quinta-feira, 25 de maio de 2017

Morre o prefeito de Presidente Vargas, Herialdo Pelúcio

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Herialdo era do PCdoB e foi eleito com mais de 51% dos votos nas eleições de 2016; prefeito enfrentava um câncer no pulmão
Herialdo Pelúcio foi eleito em outubro de 2016 prefeito de Presidente Vargas
 Herialdo Pelúcio foi eleito em outubro de 2016 prefeito de Presidente Vargas (Foto: 

O prefeito de Presidente Vargas, Herialdo Pelucio, morreu na manhã desta quinta-feira, 25, no Hospital UDI, em São Luís. Ele estava internado há uma semana devido a um câncer de pulmão.
A doença foi descoberta logo após o resultado das eleições de outubro do ano passado. Há uma semana, o prefeito precisou ser internado e seu quadro clínico apresentou piora.

Ele já estava licenciado do mandato e comanda o município o vice-prefeito, Wellington Uchôa (PEN).

Herialdo era do PCdoB e foi eleito com 51,98% dos votos válidos.
O presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, se manifestou pelas redes sociais. Ele disse que a morte de Herialdo foi a interrupção de um sonho do prefeito.

"A morte do Herialdo interrompe um sonho por ele acalentado por anos e conquistado ano passado: ser prefeito da querida Presidente Vargas", disse Jerry.
Ainda não há informações sobre velório e enterro do prefeito.

Processo de Zé Vieira está pronto para ser julgado no TSE

Prefeito de Bacabal recorreu da decisão do TRE/MA que indeferiu o seu pedido de registro de candidatura

CARLA LIMA SUBEDITORA DE POLÍTICA
O Estado Ma
Zé Vieira assumiu o mandato de prefeito depois de conseguir uma liminar do ministro Gilmar Mendes (Foto: Arquivo)

O pleno do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deverá até a próxima semana o recurso do prefeito de Bacabal, Zé Vieira (PP) contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) que indeferiu o registro de candidatura do gestor. Vieira está no mandato por força de uma liminar concedida pelo presidente do TSE, ministro Gilmar Mendes.

O recurso já foi enviado para inclusão na pauta de julgamento do TSE. O relator do processo é o ministro Luiz Fux.

O pedido de registro de candidatura de Zé Vieira foi indeferido com base na Lei da Ficha Limpa. O gestor foi condenado por improbidade administrativa e enriquecimento ilícito depois que usou dinheiro público para promoção pessoal em jornal.

Como o registro não foi concedido, a votação de Vieira em Bacabal (cerca de 20 mil votos) foi considerada nula.

Diante da decisão do pleno do TRE, Vieira recorreu da decisão e entrou com mandado de segurança para garantir sua posse em Bacabal. A liminar foi concedida pelo ministro Gilmar Mendes.

Agora o TSE deverá decidir até a próxima semana se os votos de Viera são válidos ou não.

Se o indeferimento do registro for confirmado, os 20 mil votos dele serão invalidados e poderá assumir o cargo o deputado estadual Roberto Costa (PMDB). Essa questão, no entanto, ainda não é uma questão fechada entre os especialistas em direito eleitoral.

Na reportagem desta quarta-feira, 24, O Estado mostra que na pauta de julgamento de hoje do Supremo Tribunal Federal há uma ação do PSD que questiona as possibilidade de ser feita novas eleições em caso de cassação do mandato de quem for eleito.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Te cuida Zé Vieira: processo entrou em pauta no TSE


Publicada em 23/05/2017 às 18:39:15

 Espelho da movimentaçao do processo do prefeito de Bacabal, José Vieira Lins, no Tribunal Superior Eleitoral.

Do Blog do louremar

Auxiliar de serviços gerais da Polícia Judiciária é preso

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Ele é suspeito de facilitar fuga de custodiados em São Mateus.

Foi encontrado na residência de Mauro, um revolver calibre 32 e munições.
Foi encontrado na residência de Mauro, um revolver calibre 32 e munições. - Foto: Divulgação
SÃO MATEUS - A Polícia Civil por meio da delegacia de São Mateus, cumpriu na manhã desta quarta-feira (24), mandado de busca e apreensão e prisão preventiva do auxiliar de serviços gerais, Mauro Lúcio Alves, que prestava serviços na Unidade de Polícia Judiciária de São Mateus.

Segundo informações do delegado Daniel Moura, durante a madrugada do dia 01 de maio, houve uma fuga nas dependências da Unidade de Polícia Judiciária do Município. Após investigações, foi apurado que Marcos havia colocado um pedaço de serra em uma das celas da unidade, o que teria facilitado a fuga de cinco custodiados.

Diante do resultado das averiguações, o Juízo da Comarca de São Mateus deferiu a representação das medidas cautelares, contra o investigado.

Durante o cumprimento do mandado, foi encontrado na residência de Mauro, um revolver calibre 32 e munições.

Zé Vieira anda abalado depois do grampo de Gilmar Mendes e Aécio


O prefeito de Bacabal e todo o seu grupo andam cabisbaixos depois que foi publicada a conversa nada republicana entre o ministro Gilmar Mendes e o senador Aécio Neves.

A interceptação do telefonema entre os dois foi feita pela Polícia Federal e mostra uma relação promíscua de um membro do Supremo Tribunal Federal com um Senador da República. O áudio da conversa faz parte dos autos da Operação Lava Jato.

Gilmar Mendes é o presidente do Tribunal Superior Eleitoral – TSE - e responsável pela posse de José Vieira. Foi ele que assinou uma decisão em caráter liminar no dia 29 de dezembro de 2016 dando condições de posse a Zé Vieira. Depois disso a decisão foi contestada e confirmada no dia 13 de janeiro (releia). Aguarda-se a apreciação pelo Pleno (todos os ministros reunidos) do Tribunal Superior Eleitoral.

A defesa de Zé Vieira tem feito todos os movimentos possíveis para evitar que o processo entre em pauta de julgamento.

Com a colocação do ministro Gilmar Mendes em situação vulnerável não há mais tanta certeza de que a tese em favor de Zé Vieira seja a vencedora.

Esse é o motivo do abatimento. Zé Vieira nunca leu sites ou blogs, o encarregado de ler para ele é o seu filho postiço Jaime Rocha. Coube a ele dar a notícia considerada de extrema gravidade para todos do grupo e ouvir a reação intempestiva. Desde então, as reuniões na mansão de José Vieira tem sido frequentes para analisar o contexto com a possibilidade iminente de uma eleição suplementar.

Ouça o áudio abaixo:

 A chamada começou às 9h29 e durou um minuto e 36 segundos. Leia a transcrição completa feita pela Polícia Federal:

Aécio Neves: Oi, Gilmar. Alô.
Gilmar Mendes: Oi, tudo bem?

Aécio: Você sabe um telefone que você poderia dar que me ajudaria na condução lá. Não sei como é sua relação com ele, mas ponderando… Enfim, ao final dizendo que me acompanhe lá, que era importante… Era o Flexa, viu? [Aécio se referia ao senador Flexa Ribeiro]
Gilmar: O Flexa, tá bom, eu falo com ele.

Aécio: Porque ele é o outro titular da comissão, somos três, sabe?… Né…

Gilmar: Tá bom, tá bom. Eu vou falar com ele. Eu falei… Eu falei com o Anastasia e falei com o Tasso… Tasso não é da comissão, mas o Anastasia… O Anastasia disse “Ah, tô tentando… [incompreensível]…” e…

Aécio: Dá uma palavrinha com o Flexa… A importância disso e no final dá sinal para ele porque ele não é muito assim… De entender a profundidade da coisa… Fala ó… Acompanha a posição do Aécio porque eu acho que é mais serena. Porque o que a gente pode fazer no limite? Apresenta um destaque para dar uma satisfação para a bancada e vota o texto… Que vota antes, entendeu?
Gilmar: Unhum.

Aécio: Destaque é destaque é destaque… Depois não vai ter voto, entendeu?
Gilmar: Unhum. Unhum.
Aécio: Pelo menos vota o texto e dá uma…
Gilmar: Unhum.

Aécio: Uma satisfação para a ban… Para não parecer que a bancada foi toda ela contrariada, entendeu?
Gilmar: Unhum.

Aécio: Se pudesse ligar para o Flexa aí e fala…
Gilmar: Eu falo pra com ele… E falo com ele… Eu ligo pra ele… Eu ligo pra ele agora.
Aécio: …[incompreensível]… importante
Gilmar: Ligo pra ele agora.
Aécio: Um abraço.

Logo em seguida, às 9h31, Aécio liga para o senador Flexa Ribeiro e mantém a seguinte conversa, que durou 45 segundos:

AécioNeves: Um amigo nosso em comum que você vai ver quem é… Está tentando te ligar… Aí você atende ele, tá? Um cara importante aí que você vai ver que é.
Flexa Ribeiro: Tá bom.

Aécio Neves: …[incompreensível]… no seu gabinete para fazer umas ponderações, aí você encontra comigo, tá bom?

Flexa Ribeiro: Tá ok então, um abraço.
Aécio Neves: …[incompreensível]… na CCJ.
Flexa Ribeiro: Então tá.

A proposta foi aprovada por 54 votos a 19, sendo que Aécio e Flexa Ribeiro (PSDB/PA), ambos membros titulares do PSDB da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, votaram a favor do texto.

Antonio Anastasia (PSDB/MG) é o terceiro tucano titular da Comissão. O texto tinha sido aprovado na CCJ dois dias antes.

 Do Blog do Louremar

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Zé Vieira ignora Florêncio e quer lançar capataz como candidato a prefeito


Publicada em 19/05/2017 às 12:26:02

Para o jornalista Abel Carvalho, Bacabal foi durante os últimos quatro anos "administrada por um vaqueiro". Poucos meses depois da saída de Zé Alberto da prefeitura eis que querem candidatar ao cargo um capataz de fazendas. Explico.

Conscientes de que uma eleição suplementar se aproxima, os políticos já começam a se movimentar nos bastidores.

José Vieira é um desses políticos. Condenado por colegiado, cheio de pecados, tão logo seja afastado do cargo – caso o TSE assim decida – Zé Vieira será um de cujus político. A condição de ficha-suja e a idade avançada o impedem de qualquer movimento futuro em direção às urnas.

Restará a disputa pelo espólio eleitoral do de cujus. É aí que entra o filho postiço de Zé Vieira, o gerente de suas fazendas Jaime Rocha. Originário do Piauí, Jaime aportou há poucos anos em Bacabal mas logo granjeou a confiança de Patricia Vieira, sua madrinha. Conquistou também a confiança de Zé Vieira que depois de torna-lo diretor da TV Mearim, o elegeu como preposto para todos os negócios.

É Jaime Rocha o nome que Zé Vieira deve apontar, mesmo que Carlinhos Florêncio tenha feito das tripas o coração para ser abençoado como herdeiro político de Zé Vieira (releia). 

Um dos sinais foi visto há poucos dias. Sempre trabalhando na sombra, Jaime procurava sempre se esgueirar o quanto podia para não ser notado, talvez compartilhando da máxima de que “quem não é visto não é lembrado”. Isso é passado, como parte dos novos planos, já passou até a frequentar solenidades e atos oficiais. Veja na foto abaixo.

Bem antes disso foi notado Foi notado pelo Ministério Público do Maranhão que o enquadrou numa Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa praticados na cidade de Itapecuru-Mirim. Segundo o MP, Jaime Rocha, o prefeito Jaime Rogério Amorim e o secretário de Cultura João Ricardo Amorim estão juntos na mesma barca e contra eles é pedida a condenação ao ressarcimento dos danos e a proibição de contratar com o Poder Público por cinco anos. Além disso há outras ações envolvendo licitações, mas é um assunto para contarmos em outro momento. 

Mas isso tudo é fichinha, a ver pelo número de processos que responde seu protetor Zé Vieira.


Do Blog do Louremar

Prisões de procurador e advogado reforçam tese de favorecimento a Dino


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Governador é alvo de um pedido de apuração de vazamento de informações da Lava Jato no STF

Governador Flávio Dino pode ter sido beneficiado por vazamentos na Lava Jato
Governador Flávio Dino pode ter sido beneficiado por vazamentos na Lava Jato
As prisões do procurador da República Ângelo Goulart Villela, que atua como auxiliar do vice-procurador-geral Eleitoral, Nicolao Dino, no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do advogado Willer Tomaz, reforçam a tese de que o governador Flávio Dino (PCdoB) pode ter sido beneficiado com o vazamento de informações privilegiadas, no bojo da Operação Lava Jato, sobre o pedido de abertura de inquérito que tramitou contra ele no Supremo Tribunal Federal (STF) e que foi remetido ao Superior Tribunal de Justiça (STJ).

É o que afirma o deputado federal Hildo Rocha (PMDB), um dos autores de uma representação protocolada no STF e direcionada ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, que pede a abertura de investigação do suposto vazamento ao governador do Maranhão, da delação do ex-funcionário da Odebrecht, José de Carvalho Filho.

Para Hildo, os fatos evidenciam a relação de Dino com os presos pela Polícia Federal (PF).

A prisão do procurador foi efetuada na manhã de ontem em Brasília. Ele havia sido denunciado por três delatores por repassar informações sigilosas da Procuradoria-Geral da República (PGR) em troca de dinheiro. O procurador atuava como auxiliar direto de Nicolao Dino, irmão do governador Flávio Dino.

De acordo com um dos proprietários da JBS, Joesley Batista, o procurador gabava-se de ter acesso privilegiado aos dados da Lava Jato.

As investigações também mostraram que Ângelo Villela havia sido cooptado pelo advogado Willer Tomaz, preso pela PF em São Luís.

O advogado, possui relação de proximidade com o grupo político do governador Flávio Dino no Maranhão.

Já atuou em defesa do deputado federal Weverton Rocha (PDT), no processo nº 3-79.2014.6.10.0000 que tramitou na Justiça Eleitoral do Maranhão, em 2014, e foi um dos interlocutores do parlamentar na negociação de compra da TV Difusora.

A informação obtida por O Estado é de que ele atuaria, nos próximos meses, como gestor da empresa e seria anunciado ontem aos funcionários da emissora.

Indícios – Foi o que levou o deputado Hildo Rocha a acreditar que há fortes indícios de que o governador Flávio Dino teria sido beneficiado por vazamento de informações privilegiadas da Lava Jato.

“Vai ficando cada vez mais claro com a prisão do advogado de Flávio Dino e um auxiliar do seu irmão, que é procurador da República, que ele foi, com fortíssima evidência, beneficiado com o vazamento de informações, o que se configura crime. O auxiliar do seu irmão e o seu advogado foram presos por terem passado informações da Operação Lava Jato para os proprietários da JBS”, disse.

Apesar de Rocha citar Tomaz como advogado de Dino, O Estado não obteve essa confirmação. O secretário de Estado da Comunicação e Assuntos Políticos, Marcio Jerry (PCdoB), por exemplo, nega.

Hildo Rocha afirmou que aguardará o desenrolar das investigações. “O pedido de certidão feito pelo governador Flávio Dino junto a CCJ da Câmara antes da divulgação da delação dos dirigentes da Construtora Odebrecht já era um indicativo forte de que o Flávio Dino estaria sendo beneficiado com informações privilegiadas, ao arrepio da lei”, completou.

Outro lado

Governo nega envolvimento com advogado

A O Estado o secretário de Estado da Comunicação e Articulação Política, Marcio Jerry (PCdoB), negou que o advogado Willer Tomaz já tenha atuado em defesa do governador Flávio Dino (PCdoB) na esfera judicial. “Willer Tomaz jamais foi advogado do governador Flávio Dino. Nunca foi constituído para advogar para Flávio Dino”, disse.

Sobre o suposto favorecimento a Dino com “vazamento” de informações da Lava Jato, como sugere Hildo Rocha, o PCdoB rechaçou a denúncia, por meio de nota, no mês passado. O partido também descartou qualquer articulação do comunista com a Odebrecht.

Suposto vazamento a Flávio Dino motivou representação no STF

No fim do mês de abril os deputados Hildo Rocha (PMDB), Adriano Sarney (PV), Edilázio Júnior (PV), Sousa Neto (PROS) e Andrea Murad (PMDB), assinaram representação no Supremo Tribunal Federal (STF) para pedir apuração, do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo.

O comunista foi delatado como beneficiado, em 2010, de uma propina no valor de R$ 200 mil, paga pela Odebrecht. O dinheiro teria sido pago em troca do apoio de Dino, então deputado federal, ao Projeto de Lei nº 2.279/2007, de interesse da empreiteira.

O conteúdo do depoimento estava em sigilo. No dia 13 de março partiu da Procuradoria-Geral da República (PGR) o pedido de investigação do caso e o levantamento do sigilo. No dia 4 de abril o ministro autorizou a remessa dos autos ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) – que é o foro competente para julgar governador – e quebra o sigilo das investigações.

Essas duas informações só chegaram ao público em geral no dia 11 de abril. Mas, tão logo teve seu nome confirmado na nova lista da Lava Jato, Flávio Dino lançou mão de uma certidão da Câmara dos Deputados informando que ele não deu qualquer parecer no Projeto de Lei nº 2.279/2007. O documento foi emitido no dia 17 de março, quase um mês antes de a publicização das decisões.
Daí, a suspeita de vazamento.

STJ analisará pedido de abertura de inquérito contra o comunista

A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) deve decidir nos próximos dias, sobre o pedido de abertura de inquérito formulado pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o governador Flávio Dino (PCdoB).

O pedido, assinado pelo procurador-geral, Rodrigo Janot, toma por base a delação do ex-funcionário da Odebrecht, José de Carvalho Filho.

O delator afirmou ter pago a Dino R$ 200 mil em propina para aplicação na eleição de 2010. Outros R$ 200 mil teriam sido doados, de forma oficial pela empreiteira, para a eleição 2014.

De acordo com o delator, toda a movimentação financeira que favoreceu Dino foi registrada no sistema de informática da Odebrecht, Drousys, que era mantido num servidor da Suíça. O comunista, segundo o delator, recebeu o nome de “Cuba”, no sistema, e a senha “Charuto”, para receber o dinheiro.

A referência à Cuba e a Charuto estão nas planilhas de propina da Odebrecht, já entregues ao Ministério Público Federal e à Justiça.

Na última quarta-feira ministros do STJ admitiram ao jornal Folha de S. Paulo a possibilidade de determinar a suspensão dos mandatos de todos os governadores que forem investigados na Lava Jato. Há também a possibilidade de prisão temporária.

Além de Dino, são alvos da PGR os governadores Beto Richa (PSDB-PR), Luiz Fernando Pezão (PMDB-RJ), Fernando Pimentel (PT-MG), Geraldo Alckmin (PSDB-SP), Marcelo Miranda (PMDB-TO), Raimundo Colombo (PSD-SC), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Paulo Hartung (PMDB-ES).

O comunista nega ter negociado propina com a Odebrecht e afirma que provará a sua inocência.
Dino também tem apresentado uma certidão da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara Federal, que atesta que ele não deu parecer no projeto de lei citado pelo delator. Os dados serão todos analisados pelos ministros do STJ.

Carlinhos Florêncio quer ser candidato a prefeito e tenta conseguir a benção de Zé Vieira

O sonho do deputado estadual Carlinhos Florêncio é ser prefeito de Bacabal. Para isso precisa convencer Zé Vieira a apoiá-lo.

No final do mês de abril, Florêncio pediu licença na Assembléia Legislativa e caiu na estrada, como já informado aqui. Florêncio se dedica a dois projetos: a sua campanha para reeleição e a campanha para uma eleição suplementar em Bacabal.

O processo de Zé Vieira está no ponto para ser julgado no Tribunal Superior Eleitoral. Se desfavorável, haverá nova eleição na cidade de Bacabal.

Para quem o indaga sobre o processo, Florencio garante que Zé Vieira está firme. Se o interlocutor esticar o assunto um pouquinho mais perceberá que ele não tem essa certeza ao questionar do interlocutor se Zé Vieira conseguiria transferir os votos para outra pessoa.

Essa outra pessoa no caso é o próprio deputado que desde o início da licença do mandato de deputado, amanhece e dorme na porta da mansão de Zé Vieira, disposto a frequentar qualquer reunião e a posar para fotos em todos os eventos.

Consegue fazer o que o filho Florêncio Neto (hoje vice-prefeito) não conseguiu quando estava na Câmara Municipal, que é agregar os vereadores em torno de si. Ao tempo em que usa a divulgação da Prefeitura para favorecer sua imagem, Florêncio está sempre cercado pelos vereadores. Isso tem dado a ele a certeza de que todos os vereadores que dão sustentação a Zé Vieira o apoiariam na futura eleição para prefeito.

A cada evento, a cada reunião, tenta se mostrar para Zé Vieira como uma alternativa para uma quase certa nova eleição municipal. Busca com isso ser ungido por Zé Vieira e cair nas graças do eleitorado como herdeiro político do “Caldeirão” e dessa forma superar a rejeição de que goza junto ao eleitorado bacabalense.

O que Florêncio não sabe é que os planos de Zé Vieira são bem diferentes, mas isso é assunto para contar em outro momento.

Do Blog do Louremar

Joaquim Barbosa: "população tem de exigir renúncia de Temer"

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Ex-ministro do Supremo Tribunal Federal afirmou que não há outra saída para o país, a não ser a mobilização da sociedade

Joaquim Barbosa é ex-ministro do STF
Joaquim Barbosa é ex-ministro do STF (Foto: Divulgação)
O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa disse hoje (19), que os brasileiros devem se mobilizar para pedir a renúncia imediata do presidente da República Michel Temer (PMDB).

A declaração de Barbosa ocorreu após o peemedebista ter alvo de pedido de investigação da Procuradoria Geral da República (PGR) no STF.

"Não há outra saída: os brasileiros devem se mobilizar, ir para as ruas e reivindicar com força: a renúncia imediata de Michel Temer", disse, em seu perfil no Twitter.

"Isoladamente, a notícia extraída de um inquérito criminal e veiculada há poucas semanas, de que o sr. Michel Temer usou o Palácio do Jaburu para pedir propina a um empresário seria um motivo forte o bastante para se desencadear um clamor pela sua renúncia", continuou.

O ex-ministro do Supremo chamou de "estarrecedoras" as delações do empresário Joesley Batista, da JBS, envolvendo o presidente.

"São fatos gravíssimos", avaliou.

Administração de Zé Vieira deixa órgãos jogados ao léu


Panela que muitos mexem ou a comida sai ensossa ou sai salgada. O dito popular repetido há centenas de anos se encaixa como uma luva no panorama de Bacabal. 

O fato é que cada uma das autoridades do triunvirato puxa para um lado enquanto os orgãos da Administração continuam do mesmo jeito ou pior do que eram na administração do ex-prefeito José Alberto. 

Na secretaria de Finanças o cenário é deplorável. Mesmo sendo comandata por um técnico capaz, como é o caso de Alex Abreu, a Finanças é a imagem do descaso.

O orgão funciona num prédio alugado, sem equipamentos e sem atenção. Até o sistema que emite documentos está parado há dias gerando transtorno e raiva nos contribuintes que se deslocam para o orgão e ouvem dos servidores sempre a mesma ladainha "o sistema está fora do ar".

Do Blog do Louremar

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Lauro Jardim/EXCLUSIVO: As cenas que provam a entrega de propina aos indicados de Temer e Aécio

Deputado Rocha Loures (PMDB-PR) e Frederico Pacheco de Medeiros foram flagrados em "ações controladas" da PF


RIO - A delação da JBS, a mais dura em três anos de Lava-Jato, merece este título em grande parte devido às cenas a seguir. Nelas, o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR), destacado pelo presidente Michel Temer para tratar com Joesley Batista dos interesses de seu grupo empresarial, é flagrado pegando R$ 500 mil em propina — a primeira parcela de um montante prometido de R$ 480 milhões. As cenas abaixo mostram esta entrega, ocorrida em 28 de abril deste ano.


A entrega de dinheiro para o indicado por Temer Do Il Barista, os dois seguem para o restaurante Pecorino. É uma estratégia de despiste de Loures Meia hora depois, os dois se encontram no estacionamento do mesmo shopping

Loures não pega o dinheiro no estacionamento e pede para que les sigam para a pizzaria Camelo, nos Jardins. Ele entra na pizzaria sem nenhuma mala

As cenas também são devastadoras para o presidente do PSDB, o senador mineiro Aécio Neves. A Polícia Federal filmou o primo de Aécio, Frederico Pacheco de Medeiros, pegando, a mando de Aécio, R$ 1,5 milhão em propina — três quartos dos R$ 2 milhões que Aécio pediu, sem saber que era gravado, para Joesley. As cenas abaixo mostram a primeira entrega, ocorrida em 12 de abril deste ano.


A primeira entregade dinheiro ao primo
de Aécio Neves
Já o presidente do PSDB indicou o primo Frederico Pacheco de Medeiros para receber o dinheiro. Fred, como é conhecido, foi diretor da Cemig, nomeado por Aécio, e um dos coordenadores de sua campanha a presidente em 2014. Tocava a área de logística. Quem levou o dinheiro a Fred foi o diretor de Relações Institucionais da JBS, Ricardo Saud, um dos sete delatores. Foram quatro entregas de R$ 500 mil cada uma. A PF filmou três delas. As cenas abaixo mostram a primeira entrega, ocorrida em 19 de abril deste ano.


A segunda entrega de dinheiro ao primo de Aécio Neves
As filmagens da PF mostram que, após receber o dinheiro, Fred repassou, ainda em São Paulo, as malas para Mendherson Souza Lima, secretário parlamentar do senador Zeze Perrella (PMDB-MG). Mendherson levou de carro a propina para Belo Horizonte. Fez três viagens — sempre seguido pela PF. As investigações revelaram que o dinheiro não era para advogado algum. O assessor negociou para que os recursos fossem parar na Tapera Participações Empreendimentos Agropecuários, de Gustavo Perrella, filho de Zeze Perrella. As cenas abaixo mostram a primeira entrega, ocorrida em 12 de abril deste ano.


Um dos grandes diferenciais da delação dos donos da JBS foi exatamente as "ações controladas" feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pela Polícia Federal. Neste mecanismo de investigação, o flagrante do crime é calculado de maneira que seja produzida uma determinada prova. Nessa investigação, a PF acompanhou, com câmeras e escutas, a entrega de dinheiro para intermediários de Temer e de Aécio.

ESQUEMA NO CADE

O primeiro contato entre Rocha Loures e Joesley foi em Brasília. O dono da JBS lhe contou o que precisava do Cade.

Desde o ano passado, o órgão está para decidir uma disputa entre a Petrobras e o grupo sobre o preço do gás fornecido pela estatal à termelétrica EPE. Localizada em Cuiabá, a usina foi comprada pelo grupo em 2015. Explicou o problema da EPE: a Petrobras compra o gás natural da Bolívia e o revende para a empresa por preços extorsivos. Disse que sua empresa perde "1 milhão por dia" com essa política de preços. E pediu: que a Petrobras revenda o gás pelo preço de compra ou que deixe a EPE negociar diretamente com os bolivianos.

Com uma sem-cerimônia impressionante, o indicado de Temer ligou para o presidente em exercício do Cade, Gilvandro Araújo. E pediu que se resolvesse a questão da termelétrica no órgão. Não há evidências de que Araújo tenha atendido ao pedido. Pelo serviço, Joesley ofereceu uma propina de 5%. Rocha Loures deu o seu ok.: "Tudo bem, tudo bem". Para continuar as negociações, foi marcado um novo encontro.

Desta vez, entre Rocha Loures e Ricardo Saud, diretor da JBS e também delator. No Café Santo Grão, em São Paulo, trataram de negócios. Foi combinado o pagamento de R$ 500 mil semanais por 20 anos, tempo em que vai vigorar o contrato da EPE.

Ou seja, está se falando de R$ 480 milhões ao longo de duas décadas, se fosse cumprido o acordo. Loures disse que levaria a proposta de pagamento a alguém acima dele. Saud faz duas menções ao "presidente".

Pelo contexto, os dois se referem a Michel Temer. A entrega do dinheiro foi filmada pela PF. Mas desta vez quem esteve com o homem de confiança de Temer foi Ricardo Saud, diretor da JBS e um dos sete delatores. Esse segundo encontro teve uma logística inusitada.

Certamente, revela o traquejo (e a vontade de despistar) de Rocha Loures neste tipo de serviço. Assim, inicialmente Saud foi ao Shopping Vila Olímpia, em São Paulo.

Em seguida, Rocha Loures o levou para um café, depois para um restaurante e, finalmente, para a pizzaria Camelo, na Rua Pamplona, no Jardim Paulista. Foi neste endereço, próximo à casa dos pais de Rocha Loures, onde ele estava hospedado, que o deputado recebeu a primeira remessa de R$ 500 mil.

Apesar do acerto de repasses semanais de R$ 500 mil, até o momento só foi feita a primeira entrega de dinheiro. E, claro, a partir da homologação da delação, nada mais será pago.
Rocha Loures, o indicado por Temer, é um conhecido homem de confiança do presidente. Foi chefe de Relações Institucionais da Vice-Presidência sob Temer. Após o impeachment, virou assessor especial da Presidência e, em março, voltou à Câmara, ocupando a vaga do ministro da Justiça, Osmar Serraglio.

Supremo Tribunal Federal afasta Aécio Neves do mandato de senador

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Aécio foi gravado solicitando R$ 2 milhões ao empresário, e Rocha Loures foi filmado pela Polícia
Senador Aécio Neves (PSDB).
Senador Aécio Neves (PSDB). (Foto: Valter Campanato/Agência Brasil)
BRASÍLIA - O Supremo Tribunal Federal afastou o senador Aécio Neves (PSDB) e o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB) de seus cargos no Congresso Nacional, após pedido da Procuradoria-geral da República com base na delação de Joesley Batista e pessoas ligadas ao grupo J&F, controladora da JBS. Aécio foi gravado solicitando R$ 2 milhões ao empresário, e Rocha Loures foi filmado pela Polícia Federal recebendo valores do empresário.

Na conversa gravada, Joesley e Aécio negociam de que forma seria feita a entrega do dinheiro. O empresário teria dito que se o senador recebesse pessoalmente o dinheiro, ele mesmo, Joesley, faria a entrega. E, se Aécio mandasse um preposto, o empresário faria o mesmo. Foi quando o senador disse a seguinte frase: "Tem que ser um que a gente mata ele antes de fazer delação. Vai ser o Fred com um cara seu. Vamos combinar o Fred com um cara seu porque ele sai de lá e vai no cara. E você vai me dar uma ajuda do c***.".

O "Fred" citado no diálogo é Frederico Pacheco de Medeiros, primo de Aécio, ex-diretor da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e um dos coordenadores da campanha do tucano à Presidência em 2014. O responsável pela entrega teria sido o diretor de Relações Institucionais da JBS, Ricardo Saud, de acordo com a reportagem do jornal.

Rocha Loures, por sua vez, teria sido filmado pela Polícia Federal recebendo cerca de R$ 500 mil em propina.

Ação da PF no gabinete de Aécio Neves já dura mais de duas horas

Agentes da Polícia Federal seguiam por volta das 8h20 desta quinta-feira (18), fazendo busca e apreensão de documentos no gabinete do senador Aécio Neves (PSDB-MG) no Senado. A operação no local já dura mais de duas horas, segundo policiais legislativos.

Parte da imprensa foi impedida de acompanhar a operação. A Polícia Legislativa restringiu o acesso ao prédio anexo do Senado onde os gabinetes dos senadores estão localizados. Os carros da PF aguardam os agentes na chapelaria do Congresso Nacional, entrada principal do prédio.

Rio

Outros agentes da PF que estavam desde cedo na residência de Aécio Neves em Brasília saíram em torno das 8h20 do local com um malote. Às 8h30, apenas jornalistas faziam plantão na frente da casa do senador, que fica em um bairro nobre na capital.

No mesmo horário, a PF fazia uma busca no apartamento de Andréa Neves, irmã de Aécio Neves, localizado na Avenida Atlântica, na Praia de Copacabana, zona sul do Rio. Dois carros da PF estão diante do prédio. Alguns motoristas que passam pela avenida à beira-mar se manifestam com buzinas.

quarta-feira, 17 de maio de 2017

DEPUTADO JOÃO MARCELO PARTICIPA DA CERIMÔNIA DE ABERTURA DA XX MARCHA A BRASÍLIA EM DEFESA DOS MUNICÍPIOS

O deputado federal João Marcelo Souza (PMDB - MA) participou na manhã de hoje, 16, da solenidade de abertura da 20ª edição da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que acontece no período de 15 a 18 de maio. A marcha reúne gestores municipais de todo o país. Mais de 100 prefeitos do Maranhão estão participando do evento.

Organizado pela Confederação Nacional dos Municípios – CNM, a Marcha tem como objetivo lutar em prol da ampliação e melhoria dos serviços públicos prestados ao cidadão brasileiro no local onde ele reside. A outra bandeira do movimento é alertar autoridades do Executivo, do Legislativo e do Judiciário sobre questões referentes ao Ente Município que suportem a conquista de sua autonomia. É uma oportunidade para os gestores lutarem por ações que o movimento municipalista defende.

Para João Marcelo só se constrói com solidez o País começando pela base, que é o município. “Atuo diariamente em favor desta unidade federativa, tanto aqui na Câmara dos Deputados, votando em matérias que contribuam para o desenvolvimento na esfera municipal, quanto nos próprios municípios, cooperando com os prefeitos no implemento de ações que impactam positivamente no acolhimento ao cidadão”, afirmou João Marcelo.

Maranhenses morrem em acidente de trânsito em estrada no Chile

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Uma das vítimas é a especialista técnica em telecomunicações, Rosália Bordalo, de 49 anos; acidente aconteceu nessa terça-feira (16)

Acidente foi na Curva das Cruzes Verdes entre Uspallata e Polvaredas, no Chile.
Acidente foi na Curva das Cruzes Verdes entre Uspallata e Polvaredas, no Chile. (Foto: Divulgação)
SÃO LUÍS – Um grave acidente de trânsito, envolvendo uma vam e um caminhão provocou a morte de dois maranhenses e outras duas pessoas, ontem, na Curva das Cruzes Verdes entre Uspallata e Polvaredas, no Chile.

Os maranhenses foram identificados como Rosália Boldalo, de 49 anos e José Daschadas, 65 anos, que residiam em São Luís. Outras três pessoas perderam a vida no acidente, Javier Mercado, 41 anos, que conduzia a vam, a quarta vítima, foi identificada como Marai Trajaner e outra brasileira, Socorro Daschadas, 62 anos.

De acordo com as primeiras informações, o motorista do caminhão teria feito uma manobra arriscada, invadindo a pista oposta da estrada e se chocando fortemente com a vam, onde estavam os maranhenses, que vinha no sentido contrário, com seis passageiros.

Segundo amigos de Rosália Bordalo, uma das vítimas do acidente, ela era especialista técnica em telecomunicações, em uma empresa de telefonia, na capital maranhense. Ela estaria passando férias no Chile. Rosália não tinha filhos.

As primeiras informações afirmam que José Daschadas era empresário.
Ainda não há informações sobre a chegada dos corpos, em São Luís.

Suspeito de estupro é linchado dentro de hospital em Bacuri

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O estupro aconteceu na tarde da última segunda feira (15).

A população revoltada invadiu o hospital onde o suspeito se encontrava.
A população revoltada invadiu o hospital onde o suspeito se encontrava. - Foto: Reprodução / Whatsapp
BACURI - Um homem foi linchado na noite desta terça feira (16) por várias pessoas que invadiram o hospital do município de Bacuri, onde o mesmo se encontrava. Ele era suspeito de estuprar uma mulher na tarde da última segunda feira (15).

A moça, técnica de enfermagem, se deslocava para o seu trabalho quando foi surpreendida por três homens que roubaram sua moto, a amarraram e a estupraram. Um motorista que passava no local foi quem a socorreu.

Um dos suspeitos foi reconhecido e espancado na tarde desta terça feira (16), mas foi socorrido e levado ao hospital de Bacuri. A população revoltada com o acontecido, invadiu o local na noite do mesmo dia e agrediu o homem até a morte com pancadas e golpes de facão.
O nome do suspeito ainda não foi divulgado.

 

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