sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A PONTA DO ICEBERG: Prefeito acusado de fazer contrato fraudulento com diretor da TV Mearim é afastado do cargo pela justiça


A juíza de Direito Titular da 1ª Vara de Itapecuru-Mirim, Laysa de Jesus Paz Martins Mendes, determinou nesta quinta-feira (1º) o afastamento imediato do prefeito Magno Rogério Siqueira Amorim. Conforme decisão, deve assumir o cargo, o vice-prefeito Pastor Silvano interinamente pelo prazo de 180 dias.
Ocorre que após verificar irregularidades na licitação do show comemorativo de aniversário do município, o Ministério Público do Maranhão propôs Ação Civil Pública por atos de improbidade administrativa contra o gestor, também contra o secretário municipal de Cultura e Turismo, João Ricardo Ribeiro, e o pregoeiro da Comissão de Licitação, Ricardo Barros Pereira.
Como medida liminar, a promotora de justiça Flávia Valéria Nava Silva, autora da ação, havia solicitado o afastamento de Magno Amorim do cargo e a Justiça acatou o pedido. Mas vale ressaltar que o prefeito (agora afastado) também é suspeito de cometer outras irregularidades que renderam outras ações por parte do MPMA.
Jaime Rocha (de camisa cinza) poderá ser condenado
a ressarcir o município e ficar proibido de contratar
com o poder público.
Jaime Rocha
Além do prefeito de Itapecuru-mirim e dos demais já citados acima, a JRC Produções e o seu sócio-proprietário Jaime da Rocha da Costa também foram alvos da Ação Civil Pública proposta pelo Ministério Público do Maranhão por atos de improbidade administrativa, no caso de Jaime Rocha, a 1ª Promotoria de Justiça da Comarca de Itapecuru-Mirim requereu, ainda, que a sua empresa (Jaime R. Da Costa – ME) seja condenada ao ressarcimento integral do dano, mais os acréscimos legais incidentes no caso; à proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, pelo prazo de cinco anos, e ao pagamento de multa civil no valor de 100 vezes a quantia adquirida irregularmente como pagamento dos serviços realizados ao município.

O piauiense Jaime Rocha aportou há alguns anos em Bacabal e atualmente é o homem de confiança do ex-prefeito Zé Vieira, estando à frente de praticamente todos os seus negócios.

Jaime é diretor da TV Mearim (afiliada da Band) em Bacabal e presidente do diretório municipal do Partido Progressista, legenda que tem Zé Vieira como candidato a prefeito. Tido como um filho para o ex-prefeito, coube à ele a responsabilidade de representar a coligação “Bacabal Vai Vencer” junto à Justiça Eleitoral. Jaime é ainda um dos coordenadores da campanha.

A fraude em que Jaime Rocha se envolveu no município de Itapecuru-Mirim, provavelmente, é algo corriqueiro. A JRC Produções também já foi responsável contratar atrações artísticas para eventos de diversas outras prefeituras da região, inclusive de Bacabal. (Com informações do MPMA e do Blog do Minard).
 
Do blog do Sergio Matias  

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Humorista Adamastor Pitaco leva calote em Bacabal

Política

O humorista tinha apresentação marcada para o dia 26 em Bacabal, mas como não recebeu o recurso conforme contrato firmado, enviou um recado ao povo de Bacabal explicando a sua ausência, como mostra o vídeo abaixo:

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Do Blog do Luis Cardoso

quinta-feira, 21 de julho de 2016

TSE divulga limites de gastos de campanha para eleições deste ano

Os candidatos também terão limites para a contratação de pessoal.



tsetribunalhori031014O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou, nesta quarta-feira (20), os limites de gastos de campanha que poderão ser feitos por candidatos a prefeito e a vereador nas eleições deste ano. A informação foi publicada no
Diário de Justiça Eletrônico.

Para o cargo de prefeito, o município que tem o maior limite de gasto de campanha é São Paulo. Segundo o TSE, no primeiro turno, os candidatos a prefeito da capital paulista poderão gastar pouco mais de R$ 45 milhões. No

segundo turno, o valor cai para pouco mais de R$ 13 milhões. Em 3.794 municípios os gastos estão limitados a até R$ 108 mil.

Os candidatos a vereador também precisam ficar atentos ao teto do valor que poderá ser usado. Para os que concorrem a esse cargo, o maior limite está previsto para Manaus, previsto em mais de R$ 26.689 milhões. O valor para estes 3.794 municípios ficará em R$ 10.803,91.

As regras para os limites de gastos estão previstas na Lei das Eleições. Na tabela publicada nesta quarta-feira estão os valores atualizados, que levam em conta a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) da Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Contratação

Além dos valores que podem ser gastos nas campanhas, os candidatos terão limites para a contratação de pessoal. De acordo com o TSE, a reforma eleitoral do ano passado estipulou os limites para a contratação direta ou terceirizada de pessoas para atividades de militância e também de mobilização de rua.

A cidade de São Paulo é a que poderá fazer o maior número de contratações – mais de 97 mil contratações pelos candidatos a prefeito e mais de 27 mil, pelo que concorrer a vereador. Em segundo lugar, está o Rio de Janeiro, onde mais de 53 mil pessoas poderão ser contratadas para as campanhas de prefeito e mais 15 mil para as de vereador. Já em Serra da Saudade, em Minas Gerais, e Araguainha, em Mato Grosso, 10 pessoas poderão ser contratadas trabalhar em campanhas para prefeito e apenas cinco para vereador.

Do Blog do Neto Ferreira

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Justiça nega permanência do Parque Independência para Associação





O desembargador Guerreiro Junior negou, nesta terça-feira (19), liminar em Mandado de Segurança à Associação dos Criadores do Maranhão que quer continuar utilizando a área do Parque Independência, onde se realizava anualmente a Expoema. A área foi retomada pelo governo e destinada à instalação de um conjunto habitacional do programa ‘Minha Casa Meu Maranhão’ para os servidores públicos do Estado.

Para o desembargador, a permissão de uso de espaço público, concedida a particular, pode ser revogada a qualquer tempo pela administração, ressaltando que essa permissão é de natureza precária, não gerando direito adquirido.

“Ademais, repisando que na permissão de uso o contrato administrativo é de natureza precária não gerando direito adquirido àquele que a exerce, não pode a Impetrante, na defesa pela manutenção da posse, alegar um direito inexistente. Isto porque, a permissão de uso de espaço público, concedida ao particular, como dito, o é a título precário, podendo ser revogada a qualquer tempo pela Administração, justamente por ser ato administrativo, o que em absoluto pode ser confundido com o contrato de locação”, ressalta o desembargador.

Acrescenta que a vontade da Administração e o privilégio do interesse público, são suficientes para permitir, segundo faculta a lei, seja postulada a reintegração, a qualquer tempo, do bem público que permitiu ou autorizou o uso para particular, sem que sejam necessárias quaisquer justificativas.

terça-feira, 19 de julho de 2016

Com a saída de Roberto Rocha, nome de João Alberto ganha força para 2018

 
O senador Roberto Rocha (PSB) jogou pro alto seu projeto de disputar o cargo de governador por um projeto menor que possa beneficiar seu filho, vereador Roberto Júnior.Ele levou seu partido para apoiar a reeleição do atual prefeito Edivaldo Holanda Júnior e seu filho seja o vice na chapa. Em 2018 Holandinha será o vice na chapa de Flávio Dino, abrindo a prefeitura para outro Júnior, o filho do senador Roberto Rocha.
Foto_oficial_de_João_Alberto_Souza
Com isso, o nome do senador João Alberto cresceu nesta semana para ser o candidato a governador de seu grupo em 2018. Alberto tem sim amplas chances de voltar a governar o Maranhão.
Quando foi governador por nove meses, agiu com dureza no combate ao crime organizado e contra a violência em todo o Maranhão. Ficou conhecido por ter pulso forte.
Administrativo e politicamente fez uma excelente gestão, apesar do curto espaço de tempo. Foi o primeiro a mexer numa das feridas crônica da nossa capital: a falta de saneamento básico, a exemplo da construção da vala da Macaúba.
Valorizou os policiais civis e militares e manteve a porta do Palácio dos Leões abertas ao povo e à classe política. Na carona de seu governo, Edison Lobão foi eleito no segundo turno com 695.727 (53,92%) contra o então considerado imbatível João Castelo com 594,620 (46.08%).
De lá pra cá teve duas vitórias garantidas ao Senado Federal onde já exerceu presidência de comissões importantes e conselhos, como a de Ética.
João Alberto aposta no fracasso do governo de Flávio Dino, que ganhou sem o apoio da classe política com o discurso de mudança. Como as práticas do governo comunista são piores do que as anteriores, ele perdeu o apoio da população e não soube conquistar o aval dos políticos.
O senador do PMDB tem passado a maior parte do tempo percorrendo as cidades maranhenses para eleger aliados e, assim, garantir seu passaporte para 2018.
Um outro e fundamental detalhe na carreira política de João Alberto: não há nenhum registro que tenha manchado sua vida pública por onde passou.

Prefeitura de Lago Verde vai gastar R$ 1,2 milhão em apenas uma creche

 
A Prefeitura de Lago Verde, comandada por Raimundo Almeida, celebrou um contrato de R$ 1.206.998,52 milhão, com a empresa B.A. Construções Empreendimento e Serviços Ltda, que tem como nome fantasia Norte e Sul Construções.

O acordo contratual prevê a construção de apenas uma creche em Lago Verde.
A vigência do contrato é de 180 dias. Ou seja, a obra deverá terminar em dezembro de 2016, pois a celebração do acordo foi realizada em 27 de junho.
Lago verde
Lago Verde1

Do Blog do Neto Ferreira

Paviementação vai custar quase R$ 850 mil em Bom lugar

Acordo foi firmado com a empresa E.Araújo Guimarães.

Oitocentos e quarenta e nove mil, trezentos e vinte e oito reais e dezenove centavos (R$ 849.328,19). Esse é o valor absurdo que a Prefeitura de Bom Lugar vai desembolsar com pavimentação e recapeamento das vias urbanas do município.

Os contratos foram celebrados com a empresa E.Araújo Guimarães, no dia 13 de junho. Foi o próprio prefeito, Antônio Sérgio Miranda de Melo, quem assinou o documento. O serviço de pavimentação vai custar R$ 534.610,41 e tem prazo de execução de 90 dias. Já o recapeamento custará R$ 314.717,78 e deve ser executado em 180 dias.

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Do Blog do Neto Ferreira

Considerações sobre o consórcio do Palácio dos Leões


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Na semana passada o presidente estadual do PCdoB, secretário Márcio Jerry (Secap), anunciou o que seria uma lista de pré-candidatos do Palácio dos Leões à Prefeitura de São Luís

Incluiu no consórcio o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), a deputada federal Eliziane Gama (PPS), o deputado Bira do Pindaré (PSB) e, depois de pautado pela imprensa, o deputado Eduardo Braide (PMN).

Tenta fazer parecer o comunista que o governador Flávio Dino (PCdoB) tem algum poder sobre essas candidaturas, que ele seria uma espécie de guru político dos quatro membros da “coalizão”.
Tudo retórica.

A verdade é que o Palácio dos Leões tem aliados na disputa pela Prefeitura da capital. Mas já não tem qualquer poder sobre essas candidaturas.
Cada um move-se independentemente do Executivo estadual, buscando suas alianças, de modo a fortalecer-se para a campanha.

Poder sobre candidaturas Flávio Dino tinha em 2012, quando reuniu também quatro pré-candidatos – Edivaldo Jr., Roberto Rocha, Eliziane Gama e Tadeu Palácio – e, em dado momento, escolheu um.
Houve reações, mas o fato é que o consórcio efetivamente foi montado e dele nasceu um projeto.
Agora, em 2016, a situação é totalmente diferente.

Os quatro aliados não estão reunidos debaixo das asas do governador. Não há conversas pela articulação de uma única candidatura que tenha “as bençãos” do comunismo. E é muito provável que dos quatro “dinisitas”, três cheguem de fato à disputa.

Nessa caso, portanto, vitória de qualquer um deles não representa vitória do governador Flávio Dino. Ele (e seus mais próximos assessores) apenas tentam emplacar essa tese para que consigam faturar politicamente com o resultado das eleições

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Ex-prefeito Raimundo Lisboa deixa coordenação da pré-campanha do ex-deputado José Vieira Lins



O médico Raimundo Nonato Lisboa, ex-prefeito de Bacabal deixou de fazer parte do grupo de coordenadores da pré-campanha do ex-vereador, ex-deputado federal e, também ex-prefeito, José Vieira Lins. 
 
A decisão de Lisboa foi comunicada formalmente a Vieira no encontro que aconteceu na tarde-noite na última quarta-feira, 13, na residência do próprio pré-candidato. Raimundo Lisboa mostrou a Vieira que não tem como conciliar o papel de colaborador de sua campanha com o médico, atualmente Lisboa presta serviços em diversos municípios do Estado, sendo alguns muito distantes de Bacabal, o que o obriga a passar dias fora da cidade.
 
Mostrou ainda que, também dentro do seu campo profissional, tem diversos cursos e atualizações agendadas e que esses cursos e atualizações acontecerão fora do Estado do Maranhão, dentro do período destinado a campanha.
 
Vieira aceitou e entendeu os argumentos de Lisboa, que afirmou ao pré-candidato, confiar plenamente na capacidade de trabalho dos demais membros do grupo de coordenação, agora nas mãos do deputado estadual Carlinhos Florêncio e do empresário César Brito.

GRACIETE VAI A LUTA
 


O primeiro desdobramento da saída do ex-prefeito Raimundo Nonato Lisboa da coordenação da pré-campanha do ex-deputado José Vieira Lins, é a liberação do nome de sua ex-esposa, ex-deputada estadual Graciete Trabulsi, para continuar sua luta como pré-candidata a prefeitura de Bacabal.
 
Graciete, que é filiada ao Partido Social Liberal (PSL), por articulação do ex-marido, aguardava provável indicação para compor a chapa como José Vieira. Agora a ex-deputada retoma com todas as forças o seu trabalho de pré-campanha e já se articula no sentido de fortalecer ainda mais o seu nome.
 
O primeiro passo de Graciete é agendar a data de realização da convenção. O PSL já tem formado um forte grupo de pré-candidatos a vereador, agora os sociais liberais articulam atrair outras legendas de sentido de trabalhar coligações.

 Do Blog do Abel Carvalho

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Impeachment: Saiba como votaram os senadores do Maranhão





O plenário do Senado Federal aprovou às 6h34 desta quinta-feira (12) a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff por 55 votos a favor e 22 contra. Com a decisão, ela fica afastada do mandato por até 180 dias. O vice-presidente Michel Temer deve assumir com o afastamento de Dilma.

O presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) não votou – ele só votaria em caso de empate. Dois senadores, de licença médica, se ausentaram: Jader Barbalho (PMDB-PA) e Eduardo Braga (PMDB-AM). A sessão começou às 10h desta quarta-feira (11) e seguiu ao longo do dia e da noite.
Dilma Rousseff deverá ser oficialmente notificada nesta quinta (12) da decisão do afastamento.

Segundo Renan informou após o resultado da votação, a presidente vai manter, no período em que estiver afastada, o direito à residência oficial do Palácio da Alvorada, segurança pessoal, assistência saúde, remuneração, transporte áreo e terrestre e equipe a serviço do gabinete pessoal da Presidência.
Agora, o Senado passará a colher provas, realizar perícias, ouvir testemunhas de acusação e defesa para instruir o processo e embasar a decisão final. O julgamento será presidido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que também comandará a Comissão Processante do Senado.

O impedimento definitivo da presidente depende do voto favorável de 54 (dois terços) dos 81 senadores, em julgamento que ainda não tem data para ocorrer.

Veja como votaram os senadores maranhenses:

Edison Lobão (PMDB-MA) SIM AO IMPEACHMENT. O ex-ministro de Minas e Energia de Dilma Rousseff, lembrou que a votação no Senado nesta quinta (12) não encerra o processo de impeachment da presidente. “Quero afirmar que o voto que proferirei hoje não significa a antecipação do meu julgamento na sessão final que ocorrerá nos próximos meses”, disse o peemedebista.

Roberto Rocha (PSB-MA) SIM AO IMPEACHMENT. O senador a se manifestar sobre impeachment de Dilma, disse que fez minucioso estudo, por meio de sua assessoria, para votar pela abertura do processo de afastamento da presidente. Rocha afirmou que seu estado, o Maranhão, foi o que mais deu votos à presidenta Dilma e foi o que menos recebeu recursos durante seu governo. “O povo do Maranhão é o maior credor do governo que estamos julgando”, disse.

João Alberto (PMDB-MA) NÃO AO IMPEACHMENT.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Deputado participa da campanha de vacinação da Regional de Bacacal

 No último dia 07 de maio, aconteceu o lançamento da campanha de vacinação da Regional de Bacacal contra a febre aftosa. Na ocasião, estavam presentes empreendedores, autoridades e sociedade civil e foram discutidas as atividades desenvolvidas pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged). O deputado estadual Roberto Costa fez parte da mesa de autoridades presentes e reafirmou seu total apoio às atividades que fortalecem o agronegócio. "Precisamos dialogar e participar de momentos como este para absorver conhecimentos necessários para buscar caminhos que possam fortalecer esse importante sistema econômico que gira em torno da agropecuária em nosso municipío" comentou o pemedebista.
 

Empresário é acusado de falsificar documentos para fazer vistoria de BMW no Detran

Flávio Antônio Gomes de Oliveira, o Macarrão, nega as acusações.



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O empresário Flávio Antônio Gomes de Oliveira, o Macarrão.

Um empresário do ramos de automóveis identificado como Flávio Antônio Gomes de Oliveira, o Macarrão, é acusado de fraudar documentos oficiais, como Boletim de Ocorrência, que estavam em nome da senhora Maria Márcia Silva Freire.

Segundo informações, a vítima das irregularidades vendeu o seu veículo BMW X1 preto para a concessionária Dalcar, e o proprietário da loja de carro, por sua vez repassou o mesmo automóvel para Macarrão, para que esse pudesse revender para outra pessoa e em seguida passar o dinheiro para o dono da Dalcar.

Macarrão vendeu o veículo para outra pessoa residente no estado de Minas Gerais e não pagou o valor devido. Ao saber disso, o proprietário da concessionária imediatamente passou o BMW X1 para nome da Dalcar, que ainda estava em nome de Maria Márcia.

Para dá continuidade ao processo de transferência fraudulento, foi falsificada a Carta de Anuência, onde afirma que o dono da Dalcar estava desistindo da compra do carro.

Em seguida foi registrou um Boletim de Ocorrência falso em nome de Maria Márcia, onde declara que perdeu os documentos do referido veículo. Além disso, foi elaborado documento com assinatura falsifica reconhecido em cartório da antiga proprietária do veículo do qual permitiu que o despachante contratado por Macarrão atuasse pedindo no Detran uma segunda via do documento de transferência do carro.

Posteriormente a esses procedimentos, a BMW X1 foi levada para ser vistoriado no Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão, no entanto o carro já estava em outro estado. Portanto, não teria como fazer a revisão e vistoria. Mas, documento foi assinado e carimbado por um funcionário do Detran, sinalizando que o automóvel estava pronto para trafegar, ou melhor, ser transferido.

Ao saber da fraude, o proprietário da concessionária informou a Maria Márcia das irregularidades, que por sua vez registrou um Boletim de Ocorrência afirmando que vendeu o carro para loja Dalcar, inclusive, que teve diversas assinaturas falsificadas e reconhecidas em cartório de São Luís.
O caso já está na delegacia de defraudações e pode resultar em prisão pelos crimes de falsidade ideológica, estelionato, entre outros.

Em contato com o Blog do Neto Ferreira, Flávio Antônio Gomes de Oliveira, nega que nega tenha falsificado os documentos citados acima. “Não vou falsificar um carro que eu comprei. Isso não tem lógica”.
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Documento com assinatura falsificada.
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Documento com assinatura verdadeira.
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Documento com assinatura falsificada.

Do Blog do Neto Ferreira

Tal pai, tal filho: Waldir Maranhão recebeu como “fantasma” na Uema


waldirWaldir Maranhão saiu do meio acadêmico para se tornar deputado federal, mas o meio acadêmico não saiu dele. Ao menos de sua conta bancária. Nos dois últimos anos, apurou o Estado, o presidente interino da Câmara atuou paralelamente como “professor fantasma” da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), recebendo silenciosamente salários mensais, tudo forma absolutamente irregular. Eram cerca de R$ 16 mil por mês. Os pagamentos, realizados entre fevereiro de 2014 e dezembro de 2015, somaram a quantia de R$ 368.140,09.

É crime. Por lei, qualquer servidor público que assume cargo de deputado tem que pedir o afastamento imediato de sua função inicial para, então, exercer seu mandato e ser remunerado exclusivamente por ele. O deputado Waldir Maranhão (PP-MA) sabia disso. Tanto que, em 2006, quando foi eleito pela primeira vez, largou a universidade estadual, onde exerceu cargos como os de professor e reitor por 21 anos, e teve seus salários automaticamente cortados. A situação permaneceu assim durante sua primeira legislatura, mas não chegaria ao fim da segunda, iniciada em 2010, quando foi reeleito. Antes que o novo mandato acabasse, Waldir Maranhão voltaria a figurar na lista de professores ativos da Uema, ainda que virtual.



Em fevereiro de 2014, o presidente interino da Câmara voltou a receber seus rendimentos por serviços acadêmicos que não prestava, com o dinheiro caindo diretamente em sua conta corrente. Se a volta desses pagamentos partiu ou não de um pedido seu, o fato é que Maranhão não comunicou nada à universidade ou mesmo à Secretária Adjunta de Gestão de Pessoas (Sagep), que executa os repasses do governo maranhense para seus órgãos públicos. Quando foi eleito para o terceiro mandato, iniciado em janeiro de 2015, o deputado teve uma “nova chance” de esclarecer que estava recebendo salários de forma irregular. Não o fez. E os salários continuaram a pingar religiosamente em seu bolso, até dezembro de 2015, quando a festa teria fim, por conta de uma auditoria interna da universidade.

Todas as informações foram confirmadas pela reitoria da Uema ao Estado. Os salários do professor fantasma Waldir Maranhão Cardoso só deixaram de ser pagos no fim do ano passado porque a universidade decidiu passar um pente-fino em sua folha de pagamento em dezembro. “Foi quando vimos que o nome do professor Waldir Maranhão estava lá, realmente de forma irregular”, disse à reportagem o reitor da Uema, Gustavo Costa, que assumiu o comando da instituição em janeiro de 2015.

Assim que foram descobertos, os pagamentos cessaram. A Uema, segundo Costa, notificou Waldir Maranhão para que ele devolva aos cofres do governo, com juros e correção monetária, todo dinheiro que recebeu de forma irregular nesse período. “Meu entendimento é de que ele realmente teria que ter comunicado que recebia os salários. Houve dano financeiro”, afirmou Costa.

A reitoria da Uema afirmou que a inclusão de Waldir Maranhão na folha de pagamento da instituição partiu da Secretária Adjunta de Gestão de Pessoas do Maranhão. A Sagep, no entanto, negou ser responsável por isso e declarou que a inclusão é feita pela própria área de recursos humanos da universidade, que tem acesso ao sistema de pagamento. “É uma autarquia que tem autonomia administrativa e financeira. Nós processamos a folha conforme aquilo que a Uema coloca no sistema. Nós não temos que dizer quem vai ou não receber. É responsabilidade da Uema”, rebateu Adriane Ferreira, secretária da Sagep.

Nem a universidade, nem a secretaria, porém, falaram sobre a evidente necessidade de se instalar um processo administrativo para apurar o caso. Não há, também, qualquer tipo de punição sendo avaliada.

Como muitas universidades estaduais, a Uema enfrenta graves dificuldades financeiras. Seu orçamento tem que dar conta de atender 23 mil alunos, 908 professores, 437 servidores e, se sobrar alguma coisa, bancar seus projetos. A falta de recursos da instituição, que está em atividade há 35 anos, já levou ao adiamento de reformas e obras que estavam previstas para este ano. A abertura de oito novos cursos de graduação, que se somariam a outros 86, também teve de ser abandonada, por conta do esvaziamento dos cofres. Um centro tecnológico seria erguido neste ano. Ficou para o ano que vem. “Tivemos que adiar. Temos que tentar manter as contas equilibradas”, comentou o reitor.

Waldir Maranhão foi questionado sobre as irregularidades que cometeu, mas não se manifestou. Reportagem do Estado revelou que Maranhão está com quatro imóveis penhorados por dar calote em serviços de propaganda que contratou em 2010. Ele desrespeitou um acordo judicial, paralisando pagamentos de uma dívida de R$ 1,3 milhão.

Waldir pode assumir secretaria no governo do Maranhão



O presidente interino da Câmara Waldir Maranhão (PP-MA) durante coletiva sobre sua decisão de suspender a tramitação do impeachment contra Dilma Rousseff na Câmara, em Brasília (DF).


O presidente interino da Câmara Waldir Maranhão (PP-MA) durante coletiva sobre sua decisão de suspender a tramitação do impeachment contra Dilma Rousseff na Câmara, em Brasília (DF).

Sem o apoio de seu próprio partido, o PP, da maior parte das demais legendas e dos próprios colegas da Mesa Diretora, o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, negociava nesta terça-feira (10) os termos de sua saída do comando da Casa.

Tendo assumido a função na quinta-feira (5) após o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pelo Supremo Tribunal Federal, Maranhão cai devido à grande reação política à sua tentativa de, em acordo com o Planalto, revogar a votação que autorizou a abertura do impeachment de Dilma Rousseff. Ele voltou atrás menos de 24 horas depois.

O deputado passou o dia negociando com o PP os termos de sua saída: o partido prometeu não expulsá-lo por ter votado contra o impeachment, e trabalhar para a manutenção do seu mandato, mas Maranhão pedia mais.

Entre outras coisas, queria não renunciar, mas apenas se licenciar do mandato de deputado para assumir uma secretaria estadual no governo do aliado Flávio Dino (PC do B-MA), voltando meses depois ao cargo de vice-presidente da Câmara.

O PP não aceitava essa condição porque, diferentemente da renúncia, a licença não leva a novas eleições para o comando da Câmara. A função iria para o segundo-vice-presidente, Giacobo (PR-PR).
O PP quer emplacar outro deputado do partido, possivelmente Esperidião Amin (SC), que tem o aval do grupo de Eduardo Cunha.

Apesar da negociação, Maranhão também articulava para tentar ficar no cargo.
Os exemplos mais evidentes da falta de apoio de Maranhão começaram logo no início do dia. Em reunião com ele, 8 dos seus 9 colegas da Mesa pediram a sua renúncia. O apoio a ele se resumiu à deputada Luiza Erundina (PSOL-SP), terceira suplente.

Pouco antes dessa reunião, o PP decidiu levar a ele a proposta de renúncia em troca da não expulsão e da não cassação. “Ele não tem nenhuma condição de comandar nenhuma reunião na Casa, no plenário nem no colégio de líderes”, disse o correligionário Júlio Lopes (PP-RJ).

O terceiro indicativo se deu na reunião de PMDB, partidos do “centrão” (PP, PR, PTB, PSD, PRB) e siglas de oposição. A deliberação foi afastar Maranhão da função.
Ao seu lado, ficaram apenas PT e PC do B, que reúnem 68 cadeiras.

Na hipótese de novas eleições, são cotados Jovair Arantes (PTB-GO), aliado de Cunha, Osmar Serraglio (PMDB-PR), Leonardo Picciani (PMDB-RJ), Rogério Rosso (PSD-DF), além de Amin.
(RANIER BRAGON, RUBENS VALENTE, DÉBORA ÁLVARES E AGUIRRE TALENTO, Folha de SP)

Quite: ex-prefeito José Vieira Lins confirma pré-candidatura e muda o cenário eleitoral em Bacabal


O ex-prefeito hoje na TV.
Em entrevista ao programa Cidade Viva, da TV Mearim, o ex-vereador, ex-prefeito e ex-deputado federal José Vieira confirmou, no início da tarde de hoje, segunda-feira, 09, que entrou definitivamente na corrida eleitoral de outubro próximo, anunciando ser pré-candidato a prefeitura municipal de Bacabal.

Em tom formal Vieira Lins garantiu que está quite com as 'justiças', dando ênfase a sua situação com a Justiça Eleitoral, afirmando que pode votar e ser votado, e que, só por isso, estava se lançando na corrida.

O pré-candidato usou do excesso de precaução durante toda a entrevista, tomando todo o cuidado para não ferir as regras já vigentes no calendário eleitoral desse ano, assim como, também, tomou muito cuidado com as palavras, não tecendo nenhuma severa crítica ao grupos ou pessoas individualmente.

Sobre sua pré-candidatura frisou que a mesma nasceu de uma necessidade que vem do "seio" da comunidade bacabalense, e que, se assim não fosse, não se lançaria em mais esse projeto.

Quadro novo
A entrada de Vieira Lins na corrida eleitoral de outubro muda completamente o quadro eleitoral vigente, que tem o nome do deputado estadual Roberto Costa (PMDB), apontado com amplo favorito na disputa.

Segundo acompanhamento feito por coordenações de diversas outras candidaturas, o nome de José Vieira Lins já entra na disputa contanto com expressiva cota eleitoral, dentro dos levantamentos que são feitos.

Ele, nesse primeiro momento, também executa o papel de agregador. A intenção de Vieira Lins e trazer para perto de si o maior número de pré-candidatos e de grupos políticos partidários.

O ex-prefeito tem trabalhado no sentido de construir uma ampla frente, que pode agregar segmentos diversos e unir em torno de um mesmo objetivo adversários e rivais históricos.

Esse novo quadro deve se definir até o prazo final para a realização das convenções. Até lá acontecerão muitas conversas, encontros e especulações.

Por Abel Carvalho

 

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