quinta-feira, 12 de maio de 2016

Impeachment: Saiba como votaram os senadores do Maranhão





O plenário do Senado Federal aprovou às 6h34 desta quinta-feira (12) a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff por 55 votos a favor e 22 contra. Com a decisão, ela fica afastada do mandato por até 180 dias. O vice-presidente Michel Temer deve assumir com o afastamento de Dilma.

O presidente Renan Calheiros (PMDB-AL) não votou – ele só votaria em caso de empate. Dois senadores, de licença médica, se ausentaram: Jader Barbalho (PMDB-PA) e Eduardo Braga (PMDB-AM). A sessão começou às 10h desta quarta-feira (11) e seguiu ao longo do dia e da noite.
Dilma Rousseff deverá ser oficialmente notificada nesta quinta (12) da decisão do afastamento.

Segundo Renan informou após o resultado da votação, a presidente vai manter, no período em que estiver afastada, o direito à residência oficial do Palácio da Alvorada, segurança pessoal, assistência saúde, remuneração, transporte áreo e terrestre e equipe a serviço do gabinete pessoal da Presidência.
Agora, o Senado passará a colher provas, realizar perícias, ouvir testemunhas de acusação e defesa para instruir o processo e embasar a decisão final. O julgamento será presidido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, que também comandará a Comissão Processante do Senado.

O impedimento definitivo da presidente depende do voto favorável de 54 (dois terços) dos 81 senadores, em julgamento que ainda não tem data para ocorrer.

Veja como votaram os senadores maranhenses:

Edison Lobão (PMDB-MA) SIM AO IMPEACHMENT. O ex-ministro de Minas e Energia de Dilma Rousseff, lembrou que a votação no Senado nesta quinta (12) não encerra o processo de impeachment da presidente. “Quero afirmar que o voto que proferirei hoje não significa a antecipação do meu julgamento na sessão final que ocorrerá nos próximos meses”, disse o peemedebista.

Roberto Rocha (PSB-MA) SIM AO IMPEACHMENT. O senador a se manifestar sobre impeachment de Dilma, disse que fez minucioso estudo, por meio de sua assessoria, para votar pela abertura do processo de afastamento da presidente. Rocha afirmou que seu estado, o Maranhão, foi o que mais deu votos à presidenta Dilma e foi o que menos recebeu recursos durante seu governo. “O povo do Maranhão é o maior credor do governo que estamos julgando”, disse.

João Alberto (PMDB-MA) NÃO AO IMPEACHMENT.

quarta-feira, 11 de maio de 2016

Deputado participa da campanha de vacinação da Regional de Bacacal

 No último dia 07 de maio, aconteceu o lançamento da campanha de vacinação da Regional de Bacacal contra a febre aftosa. Na ocasião, estavam presentes empreendedores, autoridades e sociedade civil e foram discutidas as atividades desenvolvidas pela Agência Estadual de Defesa Agropecuária do Maranhão (Aged). O deputado estadual Roberto Costa fez parte da mesa de autoridades presentes e reafirmou seu total apoio às atividades que fortalecem o agronegócio. "Precisamos dialogar e participar de momentos como este para absorver conhecimentos necessários para buscar caminhos que possam fortalecer esse importante sistema econômico que gira em torno da agropecuária em nosso municipío" comentou o pemedebista.
 

Empresário é acusado de falsificar documentos para fazer vistoria de BMW no Detran

Flávio Antônio Gomes de Oliveira, o Macarrão, nega as acusações.



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O empresário Flávio Antônio Gomes de Oliveira, o Macarrão.

Um empresário do ramos de automóveis identificado como Flávio Antônio Gomes de Oliveira, o Macarrão, é acusado de fraudar documentos oficiais, como Boletim de Ocorrência, que estavam em nome da senhora Maria Márcia Silva Freire.

Segundo informações, a vítima das irregularidades vendeu o seu veículo BMW X1 preto para a concessionária Dalcar, e o proprietário da loja de carro, por sua vez repassou o mesmo automóvel para Macarrão, para que esse pudesse revender para outra pessoa e em seguida passar o dinheiro para o dono da Dalcar.

Macarrão vendeu o veículo para outra pessoa residente no estado de Minas Gerais e não pagou o valor devido. Ao saber disso, o proprietário da concessionária imediatamente passou o BMW X1 para nome da Dalcar, que ainda estava em nome de Maria Márcia.

Para dá continuidade ao processo de transferência fraudulento, foi falsificada a Carta de Anuência, onde afirma que o dono da Dalcar estava desistindo da compra do carro.

Em seguida foi registrou um Boletim de Ocorrência falso em nome de Maria Márcia, onde declara que perdeu os documentos do referido veículo. Além disso, foi elaborado documento com assinatura falsifica reconhecido em cartório da antiga proprietária do veículo do qual permitiu que o despachante contratado por Macarrão atuasse pedindo no Detran uma segunda via do documento de transferência do carro.

Posteriormente a esses procedimentos, a BMW X1 foi levada para ser vistoriado no Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão, no entanto o carro já estava em outro estado. Portanto, não teria como fazer a revisão e vistoria. Mas, documento foi assinado e carimbado por um funcionário do Detran, sinalizando que o automóvel estava pronto para trafegar, ou melhor, ser transferido.

Ao saber da fraude, o proprietário da concessionária informou a Maria Márcia das irregularidades, que por sua vez registrou um Boletim de Ocorrência afirmando que vendeu o carro para loja Dalcar, inclusive, que teve diversas assinaturas falsificadas e reconhecidas em cartório de São Luís.
O caso já está na delegacia de defraudações e pode resultar em prisão pelos crimes de falsidade ideológica, estelionato, entre outros.

Em contato com o Blog do Neto Ferreira, Flávio Antônio Gomes de Oliveira, nega que nega tenha falsificado os documentos citados acima. “Não vou falsificar um carro que eu comprei. Isso não tem lógica”.
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Documento com assinatura falsificada.
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Documento com assinatura verdadeira.
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Documento com assinatura falsificada.

Do Blog do Neto Ferreira

Tal pai, tal filho: Waldir Maranhão recebeu como “fantasma” na Uema


waldirWaldir Maranhão saiu do meio acadêmico para se tornar deputado federal, mas o meio acadêmico não saiu dele. Ao menos de sua conta bancária. Nos dois últimos anos, apurou o Estado, o presidente interino da Câmara atuou paralelamente como “professor fantasma” da Universidade Estadual do Maranhão (Uema), recebendo silenciosamente salários mensais, tudo forma absolutamente irregular. Eram cerca de R$ 16 mil por mês. Os pagamentos, realizados entre fevereiro de 2014 e dezembro de 2015, somaram a quantia de R$ 368.140,09.

É crime. Por lei, qualquer servidor público que assume cargo de deputado tem que pedir o afastamento imediato de sua função inicial para, então, exercer seu mandato e ser remunerado exclusivamente por ele. O deputado Waldir Maranhão (PP-MA) sabia disso. Tanto que, em 2006, quando foi eleito pela primeira vez, largou a universidade estadual, onde exerceu cargos como os de professor e reitor por 21 anos, e teve seus salários automaticamente cortados. A situação permaneceu assim durante sua primeira legislatura, mas não chegaria ao fim da segunda, iniciada em 2010, quando foi reeleito. Antes que o novo mandato acabasse, Waldir Maranhão voltaria a figurar na lista de professores ativos da Uema, ainda que virtual.



Em fevereiro de 2014, o presidente interino da Câmara voltou a receber seus rendimentos por serviços acadêmicos que não prestava, com o dinheiro caindo diretamente em sua conta corrente. Se a volta desses pagamentos partiu ou não de um pedido seu, o fato é que Maranhão não comunicou nada à universidade ou mesmo à Secretária Adjunta de Gestão de Pessoas (Sagep), que executa os repasses do governo maranhense para seus órgãos públicos. Quando foi eleito para o terceiro mandato, iniciado em janeiro de 2015, o deputado teve uma “nova chance” de esclarecer que estava recebendo salários de forma irregular. Não o fez. E os salários continuaram a pingar religiosamente em seu bolso, até dezembro de 2015, quando a festa teria fim, por conta de uma auditoria interna da universidade.

Todas as informações foram confirmadas pela reitoria da Uema ao Estado. Os salários do professor fantasma Waldir Maranhão Cardoso só deixaram de ser pagos no fim do ano passado porque a universidade decidiu passar um pente-fino em sua folha de pagamento em dezembro. “Foi quando vimos que o nome do professor Waldir Maranhão estava lá, realmente de forma irregular”, disse à reportagem o reitor da Uema, Gustavo Costa, que assumiu o comando da instituição em janeiro de 2015.

Assim que foram descobertos, os pagamentos cessaram. A Uema, segundo Costa, notificou Waldir Maranhão para que ele devolva aos cofres do governo, com juros e correção monetária, todo dinheiro que recebeu de forma irregular nesse período. “Meu entendimento é de que ele realmente teria que ter comunicado que recebia os salários. Houve dano financeiro”, afirmou Costa.

A reitoria da Uema afirmou que a inclusão de Waldir Maranhão na folha de pagamento da instituição partiu da Secretária Adjunta de Gestão de Pessoas do Maranhão. A Sagep, no entanto, negou ser responsável por isso e declarou que a inclusão é feita pela própria área de recursos humanos da universidade, que tem acesso ao sistema de pagamento. “É uma autarquia que tem autonomia administrativa e financeira. Nós processamos a folha conforme aquilo que a Uema coloca no sistema. Nós não temos que dizer quem vai ou não receber. É responsabilidade da Uema”, rebateu Adriane Ferreira, secretária da Sagep.

Nem a universidade, nem a secretaria, porém, falaram sobre a evidente necessidade de se instalar um processo administrativo para apurar o caso. Não há, também, qualquer tipo de punição sendo avaliada.

Como muitas universidades estaduais, a Uema enfrenta graves dificuldades financeiras. Seu orçamento tem que dar conta de atender 23 mil alunos, 908 professores, 437 servidores e, se sobrar alguma coisa, bancar seus projetos. A falta de recursos da instituição, que está em atividade há 35 anos, já levou ao adiamento de reformas e obras que estavam previstas para este ano. A abertura de oito novos cursos de graduação, que se somariam a outros 86, também teve de ser abandonada, por conta do esvaziamento dos cofres. Um centro tecnológico seria erguido neste ano. Ficou para o ano que vem. “Tivemos que adiar. Temos que tentar manter as contas equilibradas”, comentou o reitor.

Waldir Maranhão foi questionado sobre as irregularidades que cometeu, mas não se manifestou. Reportagem do Estado revelou que Maranhão está com quatro imóveis penhorados por dar calote em serviços de propaganda que contratou em 2010. Ele desrespeitou um acordo judicial, paralisando pagamentos de uma dívida de R$ 1,3 milhão.

Waldir pode assumir secretaria no governo do Maranhão



O presidente interino da Câmara Waldir Maranhão (PP-MA) durante coletiva sobre sua decisão de suspender a tramitação do impeachment contra Dilma Rousseff na Câmara, em Brasília (DF).


O presidente interino da Câmara Waldir Maranhão (PP-MA) durante coletiva sobre sua decisão de suspender a tramitação do impeachment contra Dilma Rousseff na Câmara, em Brasília (DF).

Sem o apoio de seu próprio partido, o PP, da maior parte das demais legendas e dos próprios colegas da Mesa Diretora, o presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão, negociava nesta terça-feira (10) os termos de sua saída do comando da Casa.

Tendo assumido a função na quinta-feira (5) após o afastamento de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pelo Supremo Tribunal Federal, Maranhão cai devido à grande reação política à sua tentativa de, em acordo com o Planalto, revogar a votação que autorizou a abertura do impeachment de Dilma Rousseff. Ele voltou atrás menos de 24 horas depois.

O deputado passou o dia negociando com o PP os termos de sua saída: o partido prometeu não expulsá-lo por ter votado contra o impeachment, e trabalhar para a manutenção do seu mandato, mas Maranhão pedia mais.

Entre outras coisas, queria não renunciar, mas apenas se licenciar do mandato de deputado para assumir uma secretaria estadual no governo do aliado Flávio Dino (PC do B-MA), voltando meses depois ao cargo de vice-presidente da Câmara.

O PP não aceitava essa condição porque, diferentemente da renúncia, a licença não leva a novas eleições para o comando da Câmara. A função iria para o segundo-vice-presidente, Giacobo (PR-PR).
O PP quer emplacar outro deputado do partido, possivelmente Esperidião Amin (SC), que tem o aval do grupo de Eduardo Cunha.

Apesar da negociação, Maranhão também articulava para tentar ficar no cargo.
Os exemplos mais evidentes da falta de apoio de Maranhão começaram logo no início do dia. Em reunião com ele, 8 dos seus 9 colegas da Mesa pediram a sua renúncia. O apoio a ele se resumiu à deputada Luiza Erundina (PSOL-SP), terceira suplente.

Pouco antes dessa reunião, o PP decidiu levar a ele a proposta de renúncia em troca da não expulsão e da não cassação. “Ele não tem nenhuma condição de comandar nenhuma reunião na Casa, no plenário nem no colégio de líderes”, disse o correligionário Júlio Lopes (PP-RJ).

O terceiro indicativo se deu na reunião de PMDB, partidos do “centrão” (PP, PR, PTB, PSD, PRB) e siglas de oposição. A deliberação foi afastar Maranhão da função.
Ao seu lado, ficaram apenas PT e PC do B, que reúnem 68 cadeiras.

Na hipótese de novas eleições, são cotados Jovair Arantes (PTB-GO), aliado de Cunha, Osmar Serraglio (PMDB-PR), Leonardo Picciani (PMDB-RJ), Rogério Rosso (PSD-DF), além de Amin.
(RANIER BRAGON, RUBENS VALENTE, DÉBORA ÁLVARES E AGUIRRE TALENTO, Folha de SP)

Quite: ex-prefeito José Vieira Lins confirma pré-candidatura e muda o cenário eleitoral em Bacabal


O ex-prefeito hoje na TV.
Em entrevista ao programa Cidade Viva, da TV Mearim, o ex-vereador, ex-prefeito e ex-deputado federal José Vieira confirmou, no início da tarde de hoje, segunda-feira, 09, que entrou definitivamente na corrida eleitoral de outubro próximo, anunciando ser pré-candidato a prefeitura municipal de Bacabal.

Em tom formal Vieira Lins garantiu que está quite com as 'justiças', dando ênfase a sua situação com a Justiça Eleitoral, afirmando que pode votar e ser votado, e que, só por isso, estava se lançando na corrida.

O pré-candidato usou do excesso de precaução durante toda a entrevista, tomando todo o cuidado para não ferir as regras já vigentes no calendário eleitoral desse ano, assim como, também, tomou muito cuidado com as palavras, não tecendo nenhuma severa crítica ao grupos ou pessoas individualmente.

Sobre sua pré-candidatura frisou que a mesma nasceu de uma necessidade que vem do "seio" da comunidade bacabalense, e que, se assim não fosse, não se lançaria em mais esse projeto.

Quadro novo
A entrada de Vieira Lins na corrida eleitoral de outubro muda completamente o quadro eleitoral vigente, que tem o nome do deputado estadual Roberto Costa (PMDB), apontado com amplo favorito na disputa.

Segundo acompanhamento feito por coordenações de diversas outras candidaturas, o nome de José Vieira Lins já entra na disputa contanto com expressiva cota eleitoral, dentro dos levantamentos que são feitos.

Ele, nesse primeiro momento, também executa o papel de agregador. A intenção de Vieira Lins e trazer para perto de si o maior número de pré-candidatos e de grupos políticos partidários.

O ex-prefeito tem trabalhado no sentido de construir uma ampla frente, que pode agregar segmentos diversos e unir em torno de um mesmo objetivo adversários e rivais históricos.

Esse novo quadro deve se definir até o prazo final para a realização das convenções. Até lá acontecerão muitas conversas, encontros e especulações.

Por Abel Carvalho

terça-feira, 10 de maio de 2016

Veja 10 lendas sobre cerveja que todo mundo pensa que são verdade


A bebida rende grandes histórias. Mas você sabe quais delas são mitos?

por Somos todos cervejeiros
conteúdo de responsabilidade do anunciante
cervejeiros_mitos (Foto: bogdanhoda/Shutterstock)Cerveja já rendeu lendas divertidas, mas pouco verídicas.
 
Você já ouviu falar em cerveja com gás hélio, que deixa a voz das pessoas engraçadas após beber? E que os alemães inventaram a bebida? Pois é, acontece que nenhuma dessas histórias é verdadeira. Há diversos mitos e causos contados por cervejeiros como verdades absolutas, mas que no fundo podem não ser tão reais assim. Confira 10 dessas incríveis histórias fictícias da cerveja.

Cerveja com gás hélio

Volta e meia alguém ressuscita o vídeo sobre a cerveja com gás hélio, que seria um lançamento da cervejaria norte-americana Samuel Adams. No vídeo, dois homens fazem uma degustação da bebida e ficam com as vozes fininhas, como quem ingere o gás. Acontece que tudo isso não passou de uma piada de 1º de abril, na qual muita gente ainda cai. Na verdade, não é possível fazer bebidas com hélio, que não se mistura com outros elementos.

Os alemães criaram a cerveja

A cerveja alemã é reconhecida por seu alto padrão de qualidade e o povo do país é lembrado como grandes consumidores da bebida. Talvez por isso muita gente ache que ela veio de lá. Mas, na verdade, ela surgiu há cerca de 6 mil anos e bem longe. Os primeiros registros de cerveja são da região da Suméria, hoje território do Iraque e Kuwait.

Belgas se recusam a servir em copos diferentes

Na Bélgica a cerveja é uma coisa tão séria que praticamente todos os rótulos têm seu copo específico. E há uma lenda de que se você chegar num bar do país e o recipiente da marca que você pediu não estiver disponível o garçom pode recusar-se a servi-la. Não é bem assim. Realmente, os estabelecimentos belgas possuem uma variedade enorme de copos e taças para cervejas. E provavelmente lhe servirão no correto. Mas se ele não estiver disponível, não se preocupe, eles dão um jeito de você degustar a bebida, mesmo no copo errado.

Ingleses tomam cerveja quente

Você pode até chegar à Inglaterra, comprar uma garrafa em um mercado, abri-la e beber direto como estava na prateleira. Mas só por vontade sua, pois não é isso que acontece no país. Os pints servidos nos pubs ingleses saem das torneiras, em geral, com temperaturas ideais para o consumo, ou até mais gelados.

Água de rios e fontes puras é melhor para a cerveja

Isso já foi uma grande verdade. A qualidade da água é muito importante na fabricação da cerveja, já que ela é mais de 90% da bebida. Por isso, antigamente quando o tratamento era precário, as cervejarias se instalavam próximas a rios e aquíferos mais limpos. Hoje não há mais essa necessidade, já que os tratamentos modernos são capazes de deixar quase qualquer água com a qualidade necessária.

Cerveja mais barata que água

Há uma lenda de que a cerveja em alguns países como é mais barata que a água mineral. Mas não é bem assim. Há alguns anos o consumo da bebida na Alemanha teve uma queda drástica e isso derrubou alguns preços, o que a fez ter valores menores do que a água. No entanto, isso não é regra e, apesar da cerveja ser bastante acessível, em geral não é mais barata do que água.

Reinheitsgebot foi a primeira lei sobre cerveja

Muita gente enche a boca para falar que a famosa Lei de Pureza da Cerveja Alemã, de 1516, foi a primeira regulamentação da bebida. Não é verdade. Na Babilônia, por volta de 1772 a.C. foi compilado o Código de Hamurabi que, entre outras centenas de leis, ditava sobre itens como a quantidade de cerveja que poderia ser consumida por dia, além de instituir um controle de qualidade bastante rígido. Basicamente, ele dizia que quem servisse cerveja ruim seria afogado no líquido.

Na Irlanda tomam cerveja verde no St. Patrick's Day

Está aí um engano comum. É verdade que aqui no Brasil o dia de São Patrício costuma ser comemorado com cerveja verde, mas isso veio, na verdade, dos Estados Unidos. Foi lá que começaram a usar corantes para esverdear a bebida no dia do santo. Na Irlanda, o St. Patrick's Day é comemorado com pints de Dry Stout.

Chope é diferente de cerveja

Não. Na verdade, o líquido é o mesmo. A cerveja engarrafada, no entanto, passa pelo processo de pasteurização, ao contrário do chope em barril. Essa técnica ajuda a bebida das garrafas e latas a terem um prazo de validade mais longo.

O colarinho “rouba” espaço no copo

Muita gente pede a bebida sem espuma quando senta em um bar por achar que ela não tem função e rouba o líquido. Não é verdade. O colarinho é muito importante na cerveja, pois ajuda a manter os aromas, reduz a oxidação e conserva a temperatura.

Filho de Waldir Maranhão recebeu mais de R$ 235 mil como fantasma no TCE


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Médico em São Paulo, Thiago Maranhão foi exonerado após denúncia de que recebei sem trabalhar

Foto: Antonio Augusto / Câmara dos Deputados
O médico Thiago Augusto Maranhão Cardoso, filho do presidente interino da Câmara, deputado Waldir Maranhão (PP-MA), recebeu mais de R$ 235 mil como assessor de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Maranhão (TCE-MA), mesmo sem dar expediente.

Ele foi exonerado ontem, a pedido do conselheiro Edmar Cutrim, no gabinete de quem fora nomeado no dia 1º de novembro de 2013, apesar de trabalhar em São Paulo, onde também cursa uma pós-graduação, segundo revelou ontem a coluna Painel, da Folha de S. Paulo.
Nem Thiago Maranhão, nem o pai dele se pronunciaram sobre o caso.

Levantamento de O Estado, a partir de dados disponíveis em fontes abertas e no Portal da Transparência da Corte de Contas, mostra que o filho do presidente em exercício da Câmara passou pelo menos dois anos e meio lotado num cargo identificado como TC-04 no TCE.

O salário mensal bruto era de R$ 7,5 mil, complementado com um auxílio alimentação de R$ 575,00 – depois reajustado para R$ 800, em março de 2014. Houve, ainda, nos anos de 2014 e de 2015, sempre no mês de junho, recebimentos de R$ 3,75 mil. O pagamento foi identificado como “Outros”, mas deve se referir a metade do 13º salário.

Não há valores registrados para os meses de abril de 2015 e de 2016. Do levantamento não constam, também, os totais recebidos em novembro e dezembro de 2013, porque o Portal da Transparência só permite consultas a partir de janeiro de 2014.

O Diário Oficial do TCE aponta, ainda, que antes da nomeação no cargo do qual fora exonerado na segunda-feira, Thiago Maranhão já ocupava um de simbologia DANS-I, também de assessor de conselheiro. Também não há no Portal da Transparência dados sobre os pagamentos por esse cargo.
Apuração – Ao pedir a exoneração do servidor do seu gabinete – após a denúncia da imprensa -, o conselheiro Edmar Cutrim tentou eximir-se de responsabilidade no caso.

Em um memorando encaminhado ao presidente do TCE-MA, conselheiro Jorge Pavão, ele solicita a “imediata exoneração” do servidor, “sem prejuízo de apuração no campo do direito disciplinar, de eventual cometimento de infração funcional”.

Procurado por O Estado ele não atendeu às ligações para explicar se o filho de Maranhão pode ser obrigado a devolver dinheiro caso comprovada
Números

R$ 235,6 mil foi aproximadamente o que recebeu Thiago Maranhão como fantasma
R$ 7,5 mil era o salário bruto
R$ 800 era o auxílio alimentação

Bandidos explodem banco em São Benedito do Rio Preto

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A ação criminosa foi registrada na madrugada desta terça-feira.

Bandidos explodem banco em São Benedito do Rio Preto
O teto da agência foi danificado. Foto: Lídia Monteles/WhatsApp (99209-2383).
SÃO BENEDITO DO RIO PRETO – Uma agência do Banco Bradesco de São Benedito do Rio Preto foi atacada por bandidos na madrugada desta terça-feira (10). Por volta de 1h30, seis homens armados quebraram a porta da agência e, em seguida, causaram uma explosão no interior.
O prédio ficou bastante destruído. Parte do forro veio abaixo. Não há informação sobre a quantia roubada, e os criminosos fugiram em uma caminhonete levando uma pessoa refém, que foi abandonada em seguida.

Curiosos observam os danos causados pelos bandidos. Foto: Divulgação/WhatsApp (99209-2383).

A porta do banco foi quebrada. Foto: Divulgação/WhatsApp (99209-2383).

Senado decide sobre cassação de Delcídio hoje e começa a votar impeachment na quarta

Senadores devem votar relatório nesta terça-feira (10). Conselho de Ética recomendou a perda do mandato do ex-líder do governo.


DelcídiodoAmaral
A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado deu aval nesta segunda-feira (9) para o plenário da Casa votar o parecer do Conselho de Ética que pede a cassação do mandato do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS). A votação, com participação de todos os senadores, está marcada para ocorrer nesta terça-feira (10).

A reunião da CCJ ocorreu no plenário do Senado, não na sala em que a comissão geralmente se reúne, logo após a leitura de um resumo do parecer sobre o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e aprovação de urgência do caso de Delcídio.

Ao tentar agilizar a votação do caso, Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado, argumentou que teria dificuldade para colocar em votação o processo de impeachment, prevista para começar na quarta-feira (11), enquanto o caso de Delcídio não fosse decidido.

Delcídio do Amaral responde a processo por quebra de decoro parlamentar por tentar obstruir as investigações da Lava Jato. O Conselho de Ética decidiu pela cassação do mandato do senador, mas o relatório precisava do aval da CCJ – que analisa se o processo no conselho cumpriu os dispositivos legais.

Elaborado pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), o parecer da CCJ indicou que não houve vícios no processo durante tramitação no Conselho de Ética, e o relatório foi aprovado por unanimidade pelos membros da comissão.

Do Blog do Neto Ferreira

PP deve aprovar suspensão de Waldir Maranhão nesta terça





A Executiva Nacional do Partido Progressista deve aprovar já nesta terça-feira, 10, a suspensão cautelar da legenda do presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), apurou o Broadcast Político, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, com membros da cúpula da legenda.

A solicitação foi protocolada nesta segunda-feira pelo deputado Júlio Lopes (PP-RJ) junto com o pedido de expulsão definitiva, após o parlamentar maranhense acatar recurso da Advocacia-Geral da União (AGU) e anular a sessão da Câmara que aprovou a abertura do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Maranhão pode ser expulso de partido e perder mandato REUTERS/Adriano Machado

No pedido, Júlio Lopes pede a expulsão definitiva Maranhão por ele ter votado contra o impeachment da presidente Dilma, contrariando decisão interna do partido. O PP tinha fechado questão a favor do impedimento da petista, o que permite punição para os parlamentares dissidentes.

Na representação, o parlamentar pede também suspensão cautelar (temporária) de Maranhão enquanto o processo expulsão definitiva não é analisado. O pedido cautelar foi uma saída mais rápida encontrada pelos deputados do PP para afastar o presidente interino da Câmara da sigla mais rapidamente, uma vez que a expulsão definitiva levará um tempo maior.

Segundo o líder do partido na Casa, deputado Aguinaldo Ribeiro (PP), a bancada de deputados se reunirá na manhã desta terça-feira para fechar questão a favor da expulsão de Maranhão. O resultado será levado para reunião da Executiva prevista para a tarde, quando apenas o afastamento cautelar deve ser aprovado.

Logo após a suspensão cautelar de Maranhão, a cúpula do PP pretende pedir a perda imediata do cargo dele de 1º vice-presidente da Câmara. Para deputados do partido, embora Maranhão tenha sido eleito para o cargo, o posto pertence ao partido. A decisão, contudo, poderá ser contestada.

Segundo o 1º secretário da Câmara, Beto Mansur (PRB-SP), o pedido de perda do cargo só caberia se o presidente interino tivesse deixado o partido por vontade própria. Além disso, na Casa já há precedentes: o deputado Felipe Bornier (RJ) continuou como 2º secretário mesmo após migrar do PSD para o PROS.

Cassação por abuso de autoridade

Paralelamente à expulsão do PP, o DEM entregou à secretaria do Conselho de Ética da Câmara dos Deputados uma representação contra Waldir Maranhão.
O documento, assinado também pelo PSD, pede a perda do mandato do presidente interino da Câmara por abuso de autoridade.

“Entendemos que o presidente interino não tem condições de continuar, seja como presidente – conduzindo os caminhos da Casa – seja como deputado. Ele tenta tornar nulo um ato jurídico perfeito”, afirmou o líder do DEM, deputado Pauderney Avelino (AM).
Avelino disse ainda que o partido não vai participar de reuniões de líderes convocadas por Waldir Maranhão.

O pedido de cassação será encaminhado à Secretaria-Geral da Mesa para que possa iniciar a sua tramitação. Cabe análise de admissibilidade antes da decisão de mérito. (Estadão)

Flávio Dino pagou R$ 2,5 milhões em 23 dias a empresa de táxi aéreo



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Em meio ao processo de impeachment e às constantes viagens do governador Flávio Dino (PCdoB) a Brasília para trabalhar pela defesa do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT), o Governo do Maranhão desembolsou nada menos que R$ 2,5 milhões à Heringer Táxi Aéreo, que aluga aeronaves para o Executivo.

O valor foi repassado à empresa em apenas 23 dias, justamente no auge do processo contra a presidente.
Só no jatinho da empresa, fazendo o trajeto São Luís-Brasília-São Luís, foram 13 viagens desde o início do ano.

A série de pagamentos inicia-se no dia 31 de março, quando começa a se afunilar o processo de impeachment da petista na Câmara.

Nesta data foram pagos R$ 525.751,73.
Um dia depois, mais R$ 442.380,60.
Entre o dia 11 de abril e o dia 22 – justamente a semana decisiva do impedimento -, os maiores volumes, assim distribuídos:

Dia 11 de abril – R$ 859.837,76
Dia 15 de abril – R$ 663.956,56
Dia 22 de abril – R$ 75.536,24
Tudo agenda político-institucional, com certeza…

Waldir Maranhão revoga artimanha que anulou o impeachment

O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), concede entrevista coletiva em Brasília (DF) - 09/05/2016
O presidente interino da Câmara dos Deputados, Waldir Maranhão (PP-MA), revogou na noite desta segunda-feira decisão que ele mesmo havia proferido para anular o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff. Em decisão surpreendente e sem fundamento jurídico, Maranhão havia acatado na manhã desta segunda recurso ingressado pela Advocacia-Geral da União (AGU) que pedia pela retomada da ação contra a presidente da República. A canetada do novo comandante da Câmara provocou imediata reação e foi criticada pela oposição, por juristas e pelo presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) – que classificou a medida como “brincadeira com a democracia” e decidiu ignorar a determinação, dando seguimento ao impeachment.

O recuo de Maranhão se deu por meio de uma breve nota em que ele diz, em cinco linhas, que revoga a decisão por ele proferida “em 9 de maio de 2016, por meio da qual foram anuladas as sessões do plenário da Câmara dos Deputados ocorridas nos dias 15, 16 e 17 de abril de 2016, nas quais se deliberou sobre a denúncia por crime de responsabilidade número 1/2015”.

Sucessor de Eduardo Cunha na presidência da Câmara, Maranhão foi alvo, após a anulação do processo de impeachment, de uma série de ameaças de retaliação: dois partidos ingressaram contra ele no Conselho de Ética da Casa por quebra de decoro já na tarde de segunda. A ação pode levá-lo à cassação do mandato. Em outra frente, o PP convocou reunião de emergência da Executiva para discutir a expulsão do deputado dos quadros da legenda e também para escolher um possível nome para substituí-lo no mais alto posto da Câmara. Nos bastidores, fala-se que o presidente da legenda, Ciro Nogueira, emparedou Maranhão: disse que ou ele revogaria o ato ou perderia o mandato.

Deputados de catorze partidos também prepararam uma rebelião contra Maranhão: planejaram uma debandada em massa da sessão convocada por ele para as 8h desta terça, quando estavam em pauta mais de 64 itens. Em outra frente, eles marcaram uma sessão para as 19h com objetivo único de questionar o ato de Maranhão. O presidente da Câmara, nesta noite, também cancelou a sessão da manhã, remarcando-a para as 14h.

O agora revogado ato de Waldir Maranhão contou com o respaldo de integrantes do governo Dilma, que já está de malas prontas para descer a rampa do Planalto. Nesta segunda, o Advogado-Geral da União, José Eduardo Cardozo, confirmou que esteve com o presidente interino da Câmara na última sexta e no domingo, um dia antes da decisão, e que o convenceu a acatar seu recurso ingressado em 25 de abril. O sucessor de Cunha também foi orientado pelo governador do Maranhão, Flavio Dino (PCdoB), e nos bastidores dizia-se que, em troca, ele receberia o apoio a uma candidatura ao Senado em 2018.
O congressista, por outro lado, acabou atropelado pelo presidente do Senado, Renan Calheiros, que descartou a medida tão logo voltou para Brasília e deu continuidade à ação contra Dilma. Renan pretende concluir a votação do impeachment já nesta quarta.

Apesar da revogação de Maranhão, partidos de oposição prometem manter a sessão convocada para emparedar o presidente da Câmara. O entendimento é o de que a ação do presidente interino, para não sobrar qualquer margem de contestação, deve ser anulada pelo plenário da Casa. (Veja)

sábado, 30 de abril de 2016

Lobão falou em nome de Jucá para receber R$ 1 milhão de propina





Os planos de Michel Temer para Romero Jucá no seu eventual governo deverão ficar mais difíceis. No acordo de leniência da empreiteira Andrade Gutierrez na Lava Jato, especialmente no capítulo sobre a Usina de Belo Monte, há informações sobre pagamento de propina ao senador do PMDB. Segundo a delação, o também senador Edison Lobão falou em nome de Jucá para receber R$ 1 milhão da empreiteira. Um inquérito da Lava Jato sobre Jucá deverá ser aberto em breve. Procurado, Jucá afirma que os recursos da Andrade Gutierrez recebidos foram destinados a campanhas políticas do PMDB em Roraima e que fazem parte da prestação de contas, aprovadas pela Justiça. (Época)

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Família Sarney articula para a aprovação do impeachment

ERICH DECAT – O ESTADO DE S. PAULO

BRASÍLIA – De passagem pela festa de aniversário do ex-presidente José Sarney realizada na noite desta segunda-feira, 25, em Brasília, comitiva de senadores do PSDB foi recebida com afagos e a informação de que a família Sarney tem operado pela aprovação do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Entre os presentes no encontro estavam o presidente do PSDB, senador Aécio Neves (MG), e os senadores Aloysio Nunes (SP) e Tasso Jereissati (CE). A informação de que o clã Sarney entrou em campo para assegurar o apoio dos deputados da bancada do Nordeste a favor da saída de Dilma foi transmitida pela ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney, filha do ex-presidente.

“Para nós foi uma surpresa porque até então não sabíamos do posicionamento deles”, afirmou um dos tucanos presente na festa. “Sou do grupo do Sarney e, apesar de ter votado contra, sei que a Roseana conversou com alguns deputados do grupo que ficou do lado do Michel Temer e a favor do impeachment”, afirmou ao Estado o deputado João Marcelo Souza (PMDB-MA).

As ações de Roseana também tinham como objetivo atingir o atual governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), que trabalhou contra o processo de impeachment. Paralelo às ofensivas de Roseana junto aos deputados do Nordeste, o líder do PV, Sarney Filho (MA), também assegurou 100% dos votos da bancada a favor do impedimento de Dilma.

Para integrantes da oposição, as ações dos dois filhos de Sarney revelam que o ex-presidente também tem contribuído para os avanços do processo de afastamento de Dilma no Congresso. Sarney, junto com presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), e o senador Jader Barbalho (PA) vinham sendo, dentro do PMDB, os principais críticos ao processo. Apesar dos sinais trocados, há um entendimento entre os opositores de que o grupo também não deverá criar obstáculos no Senado. Um primeiro gesto neste sentido foi o pedido de demissão, na quarta-feira passada, pelo então ministro dos Portos, Helder Barbalho, filho de Jader. “Acho que neste momento não tenho direito de constranger o meu partido”, disse Helder ao Estado após deixar a carta de demissão no Palácio do Planalto.

 

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