sexta-feira, 19 de maio de 2017

Zé Vieira ignora Florêncio e quer lançar capataz como candidato a prefeito


Publicada em 19/05/2017 às 12:26:02

Para o jornalista Abel Carvalho, Bacabal foi durante os últimos quatro anos "administrada por um vaqueiro". Poucos meses depois da saída de Zé Alberto da prefeitura eis que querem candidatar ao cargo um capataz de fazendas. Explico.

Conscientes de que uma eleição suplementar se aproxima, os políticos já começam a se movimentar nos bastidores.

José Vieira é um desses políticos. Condenado por colegiado, cheio de pecados, tão logo seja afastado do cargo – caso o TSE assim decida – Zé Vieira será um de cujus político. A condição de ficha-suja e a idade avançada o impedem de qualquer movimento futuro em direção às urnas.

Restará a disputa pelo espólio eleitoral do de cujus. É aí que entra o filho postiço de Zé Vieira, o gerente de suas fazendas Jaime Rocha. Originário do Piauí, Jaime aportou há poucos anos em Bacabal mas logo granjeou a confiança de Patricia Vieira, sua madrinha. Conquistou também a confiança de Zé Vieira que depois de torna-lo diretor da TV Mearim, o elegeu como preposto para todos os negócios.

É Jaime Rocha o nome que Zé Vieira deve apontar, mesmo que Carlinhos Florêncio tenha feito das tripas o coração para ser abençoado como herdeiro político de Zé Vieira (releia). 

Um dos sinais foi visto há poucos dias. Sempre trabalhando na sombra, Jaime procurava sempre se esgueirar o quanto podia para não ser notado, talvez compartilhando da máxima de que “quem não é visto não é lembrado”. Isso é passado, como parte dos novos planos, já passou até a frequentar solenidades e atos oficiais. Veja na foto abaixo.

Bem antes disso foi notado Foi notado pelo Ministério Público do Maranhão que o enquadrou numa Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa praticados na cidade de Itapecuru-Mirim. Segundo o MP, Jaime Rocha, o prefeito Jaime Rogério Amorim e o secretário de Cultura João Ricardo Amorim estão juntos na mesma barca e contra eles é pedida a condenação ao ressarcimento dos danos e a proibição de contratar com o Poder Público por cinco anos. Além disso há outras ações envolvendo licitações, mas é um assunto para contarmos em outro momento. 

Mas isso tudo é fichinha, a ver pelo número de processos que responde seu protetor Zé Vieira.


Do Blog do Louremar

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