segunda-feira, 27 de março de 2017

DEPUTADO JOÃO MARCELO REIVINDICA PERMANÊNCIA DE AGÊNCIAS BANCÁRIAS NO MARANHÃO


A bancada federal do Maranhão reuniu-se no ultimo dia, 8, para tratar de assuntos relacionados à municípios maranhenses. 

A pauta da reunião compreendeu o fechamento da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional – PGFN e o fechamento da agência do Banco do Brasil localizado à Praça Cultural, ambos em Imperatriz; além do fechamento da agência do Banco da Amazônia, em Bacabal.

Estiveram também presentes na reunião com os deputados federais, o prefeito de Imperatriz, Assis Ramos; o deputado estadual Marco Aurélio; o vereador Carlos Hermes, também de Imperatriz; o presidente da Associação Comercial e Industrial de Imperatriz, Hélio Rodrigues Araújo e representantes dos bancários.

Durante o encontro foram discutidas possíveis ações a serem implementadas pelos parlamentares no sentido de tentar reverter a iminência de fechamento destas agências bancárias em Imperatriz e Bacabal, assim como em outros municípios maranhenses. Os prejuízos e transtornos causados à população, pelo fechamento dessas agências, seriam irreparáveis.


Em se tratando do fechamento da seccional da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN), em Imperatriz, que atende toda a Região Tocantina, os transtornos atingiriam em cheio os contribuintes. Com a sua desativação contadores, gestores públicos e empresários teriam que se deslocar até São Luís para buscar solução para as suas demandas. Além do deslocamento, a morosidade no trâmite dos processos se agravariam devido ao volume maior de atendimentos em São Luís.

Para o deputado federal João Marcelo Souza (PMDB), o fechamento das agências bancárias e da seccional da PGFN causariam danos consideráveis aos municípios e as suas populações. “A bancada federal do Maranhão está unida e levará ao Ministro da Fazenda essas reivindicações.  Em Imperatriz, a seccional da PGFN atende toda a Região Tocantina, isso significa mais de 40 municípios, e, em Bacabal, a agência do Banco da Amazônia opera há mais de 60 anos.  Não podemos permitir que estas medidas ocorram. A nossa preocupação é com o bem-estar das populações atingidas”, afirmou João Marcelo.

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