terça-feira, 20 de outubro de 2015

Inconformados com moralização em Pedrinhas, detentos do Bonde dos 40 ameaçam fazer greve de fome



Pedrinhas
Medidas adotadas pela Segurança Pública do Maranhão causa insatisfação de criminosos em Pedrinhas.
Com a implantação de medidas efetivas, ocorridas desde o início da gestão do governador Flávio Dino, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciaria (SEJAP), integrantes de algumas facções criminosas vem tentando gerar tumulto devido a atuação enérgica da polícia no combate ao crime. Desde o começo do ano, a polícia já abortou planos do grupo conhecido como Bonde dos 40, prendeu integrantes, apreendeu adolescentes e desmontou pontos de festa que eram organizadas pela facção.
No intuito de erradicar a entrada de armas, drogas e celulares, as revistas passaram a ser mais criteriosas. Devido à nova medida, presos ligados à facção Bonde dos 40 sinalizam uma greve de fome, como forma de protesto a eficiência da polícia nas operações externas e dentro do sistema penitenciário. De acordo com informações, revoltados com a medida enérgica da polícia, quatro detentos de quatro unidades não tomaram banho de sol e recusaram a alimentação oferecida.
A revolta é dada devido as medidas estruturantes, que já  refletem uma diminuição de 77,27% de fugas nos primeiros 9 meses, em Pedrinhas, se comparado com o mesmo período em 2014, no governo de Roseana Sarney. Só este ano 15 tentativas de fugas já foram frustradas.
Outro ponto positivo nas ações da SEJAP é a diminuição no índice de homicídios dentro da penitenciária.  Nesses primeiros meses, ocorreu uma redução de mais de 60%, comparado ao mesmo período do ano passado.
Para que se alcançasse a diminuição da criminalidade, dentro do sistema penitenciário, o Governo começou a treinar os mais de 230 novos selecionados para o sistema prisional em várias áreas. Mais de 1.600 já haviam sido capacitados no primeiro semestre deste ano.
Paralelo às ações de melhorias do sistema penitenciário, o governo Flávio Dino manteve diálogo com familiares dos apenados. Pela primeira vez o governo criou uma comissão de secretários, no Palácio dos Leões, para atender os parentes dos apenados, que levaram toda demanda e reivindicação ao governo para devida avaliações e encaminhamento.

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