segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Dilma destinou R$ 32 bilhões para termelétricas ligadas à família Sarney





A presidente Dilma Rousseff voltou a mentir durante a Cúpula sobre Desenvolvimento Sustentável na sede de ONU em Nova York neste domingo (27), quando destacou seu “compromisso” com o meio ambiente.

Nos últimos anos, o governo Dilma comprou mais de R$ 1 bilhão por mês de energia de termelétricas. São usinas altamente poluentes controladas por grupos ligados ao PT. Para favorecer estes grupos, o governo boicotou a compra de energia limpa e inviabilizou a conexão da rede nacional dos produtores de energia eólica.

Apenas entre 2012 e 2014, o governo e a Aneel drenaram R$ 32 bilhões para as termelétricas amigas de grupos ligados à família Sarney e Eike Batista, repassando os custos ao consumidor. Este valor pode chegar a mais de R$ 50 bilhões em 2015. Além do impacto ambiental, a alta no custo da energia levou milhares de empresas à falência e inviabilizou setores da indústria, obrigando dezenas empresas siderúrgicas a se transferirem para Bolívia e Paraguai.

Para garantir o repasse de recursos para as usinas termoelétricas, o governo Dilma autorizou o repasse dos custos adicionais para todos os consumidores brasileiros e não apenas os consumidores das regiões onde as usinas são acionadas.

Há mais de oito anos, a Aneel mantém na gaveta 640 projetos para novas Pequenas Centrais Hidrelétricas. Dilma é amante das termelétricas desde o final dos anos 90, quando era secretária estadual de Minas e Energia no governo Olívio Dutra.

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