quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Crise no PMDB? Mas que crise?


Senador João Alberto, presidente do PMDB no Maranhão
Um dia depois da entrevista bombástica do deputado federal Gastão Vieira ao jornal O Imparcial(domingo, 4), em que ele afirma que o PMDB no Maranhão está sem comando, o senador João Alberto de Souza, presidente regional da legenda no estado, rebateu às críticas do aliado político.
 
João Alberto afirmou que não existe crise no partido e ainda ressaltou que o deputado Gastão Vieira é membro do Diretório Estadual, portanto participa de todas as ações da sigla. “O PMDB não tem crise. O Gastão é inclusive o segundo vice-presidente do partido, membro do diretório estadual e delegado da Convenção Nacional. Ele é partícipe dos eventos. Eu não vejo nenhuma crise no diretório, eu fiquei até sem saber se ele falava sobre o estadual ou nacional”, refletiu.
 
João Alberto disse ainda que nunca havia sido procurado para tratar deste assunto e que o diálogo deve resolver qualquer desavença.“O partido o apoiou na sua candidatura ao Senado e esse é um momento de pós-eleição, mas depois é tudo resolvido com diálogo. Depois da eleição já chegamos a conversar várias vezes e ele nunca me tratou a esse respeito”, disse.
 
O senador discorda do deputado, quando este afirma que a legenda maranhense possui “muitos caciques”. “Eu até acho que o PMDB tem muitos índios e poucos caciques. O PMDB do Maranhão não tem cacique. Não acredito que o grupo acabou. Essa é uma opinião isolada. Tivemos um insucesso eleitoral, mas depois de uma eleição vem outra”, analisou.
 
Na avaliação do presidente do PMDB, o deputado talvez não estivesse preparado para ter passado pela situação a qual passou, mas acredita na superação de possíveis desavenças. “O meu amigo Gastão talvez não estivesse preparado para o momento que viveu, que foi um insucesso político, mas ele é um rapaz talentoso, mas acredito que isso será superado. No final sairá tudo bem”, declarou.
 
Gastão Vieira publicou em sua página pessoal na rede social Facebook, a seguinte mensagem: “Tenho coragem de dizer o que estou pensando e sou fiel às minhas convicções e aos meus ideais. Que venham as críticas, que já choveram no Twitter. Elas sempre foram e serão tendenciosas. Mas há os sensatos que sabem se despir do partidarismo e fazer leituras mais amplas”.

Por Mário Carvalho
(Com informações do Imparcial e do blog do Luis Pablo)

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