quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Crimes de pistolagem envolve seis homicídios na região dos Cocais no Maranhão

Publicação: 19/02/2014 07:28 

Mistério e crimes de pistolagem envolvem seis homicídios na Região dos Cocais. Assassinos de ex-deputado, vereador e ex-prefeitos são eliminados um de cada vez

Mais uma pessoa envolvida com o crime de pistolagem, na região de Dom Pedro, foi executada. Antônio Pereira de Sousa, conhecido como “Antônio Velho”, de 47 anos, foi assassinado com dois tiros na nuca. O crime aconteceu no bairro Campeão, em Presidente Dutra, distante 360 quilômetros de São Luís. A vítima estava no velório do sobrinho, Naílson Pereira. O rapaz também foi executado, mas com oito tiros, na última quinta (13).

O assassino de Antônio Velho chegou ao meio do povo que estava na porta do velório, e disparou duas vezes para o alto, para dispersar a multidão. Logo em seguida, executou a vítima, que morreu ainda no local.

Com a morte de Antonio Velho já são seis pessoas assassinadas na região dos Cocais, desde a morte do ex-prefeito Chico Riograndense, em 7 de janeiro de 2012, e em seguida do ex-deputado Edilson Peixoto, o “Peixotinho”, em 25 de Julho de 2013.

Antonio Velho cumpriu prisão provisória, entre o fim de julho e agosto de 2013, por envolvimento no assassinato do ex-deputado.

Mais mortes
Antonio Velho foi preso juntamente com Valdete Gomes de Freitas, irmão do vereador Diogo Gomes de Freitas, que morto a tiros no dia 12, também em Dom Pedro.
Segundo a polícia, Antônio estava junto com o pistoleiro que matou Peixotinho. Valdete Gomes de Freitas seria o mandante, pois acreditava que político tinha mandado matar seu irmão Diogo. Valdete também foi assassinado. O crime foi no dia 19 de dezembro de 2013, no centro de Dom Pedro. Pistoleiros o alvejaram com cinco tiros de pistola 0.40.
José Domingos Sousa, o “Galego” ou “Macarrão”, que também assassinado, no dia 9 de setembro de 2013, seria o executor de Edlson Peixoto. Ele foi brutalmente executado com mais de 40 tiros de pistola 9mm e 0.40, disparados por quatro homens, que estavam em um Golf, de cor preta.

Foragidos
Antonio Gomes de Freitas, o “Tonho Diogo” (irmão de Diogo e Valdete Freitas), e um homem conhecido apenas como “Vandim” também teriam participado do assassinato de Peixotinho, mas continuam foragidos e procurados pela polícia, inclusive cartazes do Disque Denúncia estão espalhados pelo estado e outras unidade federativas afim de informações.

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