terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Vasco tenta virada de mesa para permanecer na Série A

Clube carioca alega que juiz recomeçou a partida após tempo regulamentar e que merece os pontos disputados 

Gazeta Esportiva
10/12/2013 às 08h52 - Atualizado em 10/12/2013 às 09h15

RIO DE JANEIRO - A diretoria do Vasco busca, de forma desesperada, fugir do rebaixamento à Série B do Campeonato Brasileiro. Por isso, pretende entrar nesta terça-feira com um recurso no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) para ganhar os pontos do confronto contra o Atlético-PR em virtude das cenas de pancadaria entre torcedores no jogo disputado neste domingo na Arena Joinville.

A alegação carioca é que o árbitro Ricardo Marques Ribeiro recomeçou a partida depois de 73 minutos após a confusão, e o Regulamento Geral de Competições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) determina que seja tolerada uma paralisação de 60 minutos. O STJD não parece disposto a aceitar o pedido vascaíno.
"Não existe essa discussão, o que será analisado pelo Tribunal é a responsabilidade dos clubes, do árbitro ou de alguma das torcidas. Nada além disso", disse o presidente do STJD, Flávio Zveiter, em entrevista na Rádio Globo nesta segunda-feira.
A tendência é que Ricardo Marques Ribeiro receba uma punição pesada em função de ter iniciado a partida sem a presença de policiamento. Até o momento da confusão, apenas seguranças particulares estavam na região interna da Arena Joinville. O Vasco indicou também que o árbitro foi pressionado no estádio.
"Toda apuração é necessária, mas um árbitro da FIfa não pode sofrer pressão. Duas horas antes da partida ele é o único responsável, nem o presidente da CBF pode interferir. Pelas imagens que eu vi, o árbitro não poderia ter começado a partida sem a presença da Polícia Militar e apenas com 90 seguranças", emendou Flávio Zveiter.

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