quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Presidente da Federação Maranhense chama nova lei de inconstitucional

Gil Porto Publicação: 17/10/2013 08:32
 

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) bem que tentou pressionar para que lei não fosse sancionada pela presidente Dilma Rousseff, mas não teve jeito. As federações estaduais parecem que estavam no mesmo caminho e não apoiaram essa decisão.

No Maranhão, o presidente da Federação Maranhense de Futebol, Antônio Américo, chegou a afirmar que essa nova lei é inconstitucional e pode ser derrubada pelo Supremo Tribunal Federal.

“O governo não pode impor sobre um empresa privada. Isso é inconstitucional e quando o STF for provocado será derrubada. Não é desta forma que vai conseguir democratizar. Quem tem que fazer isso são os clubes, mas eles não fazem quase nada para mudar”, explicou o dirigente, que logo em seguida deu exemplos de como pode ser prejudicial a nova lei.

“Vamos levar em consideração apenas a CBF. Se a cada quatro anos tiver um presidente diferente, como ficará a nossa Seleção Brasileira, pois quem assumir vai querer mudar de técnico? Além disso, com essa imposição, só conseguirá chegar à presidência quem tiver muito dinheiro para fazer a campanha e nem sempre vai ser o melhor. Já aquele que for dedicado ao futebol e não tiver muito dinheiro, nunca conseguirá ser um presidente de federação ou da CBF”, emendou.

Mesmo contrariando o estatuto da CBF, Antônio Américo afirmou que já estava nos planos essa mudança que toda federação terá que fazer em no máximo seis meses.

“A gente já estava planejando essa modificação no estatuto limitando para dois mandatos. Isso nós vamos fazer no início do próximo ano”, completou.

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