sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Curso de formação da Polícia Civil será retomado em setembro

Augusto do Nascimento
O Imparcial
Publicação: 23/08/2013 09:46 Atualização: 23/08/2013 09:52
 

Fim do impasse. O andamento do concurso para o provimento de cargos no sistema de segurança pública estadual foi garantido na noite da última quarta-feira, em reunião entre os membros da comissão central do concurso e da Fundação Getúlio Vargas (FGV), organizadora do certame. Com isso, a partir de setembro, terá início o curso de formação da Polícia Civil, o qual tinha sido suspenso na semana passada, por conta de 265 liminares concedidas a candidatos, dando-lhes o direito de matrícula.

Em entrevista a O Imparcial, o titular da Secretaria de Segurança Pública (SSP), Aluísio Mendes, avaliou a reunião como positiva, já que foi decidido o prosseguimento às etapas do certame, com a formação de duas turmas. Dessa forma, além das turmas de policiais civis, a primeira começando no próximo dia 16, também ocorrerá o treinamento dos candidatos a vagas na Polícia Militar e do efetivo aprovado na seleção para integrantes do Corpo de Bombeiros Militar (CBM).

“Seria impossível formar a quantidade de candidatos que obtiveram liminar em uma única turma”, disse Aluísio Mendes, observando que a administração estadual optou pela formação de candidatos em duas fases com vista a empossar os futuros integrantes do sistema de segurança pública.

Delegados
A respeito dos candidatos aos cargos de delegados de polícia, o secretário esclareceu que será analisada uma data para o início da formação, após a conclusão da próxima etapa do concurso, prevista para novembro. Com isso, Aluísio Mendes estimou que, apesar de não haver uma programação definitiva, é possível que o início do curso com essa categoria profissional seja em janeiro do próximo ano.

Até que se tome uma decisão definitiva para o processo pendente, os candidatos aguardam as próximas etapas do andamento. Designando-se “delegados excedentes”, um grupo divulgou nota de esclarecimento, argumentando que os candidatos a esse cargo não se encontrariam na mesma situação dos concorrentes às demais vagas.

Segundo a nota, em torno de 26 candidatos com pontuação suficiente teriam sido excluídos do processo sem que as redações fossem corrigidas, apesar de o edital determinar que a correção das provas discursivas contemplasse o total de cinco vezes a quantidade de vagas ofertadas, adicionadas dos empatados em último lugar. Além disso, os signatários afirmaram não haver qualquer disposição no edital sobre o critério de eliminação da segunda fase da primeira etapa do concurso, mas que edital original teria sido corrigido nesse sentido, durante o transcorrer do certame.

Por fim, o documento contesta que, apesar de o curso de formação constituir a quinta fase do certame, a ser realizada pelos candidatos aprovados na fase anterior, de investigação social, menos da metade dos classificados teriam sido convocados para a realização dessa última fase da segunda etapa.

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