quinta-feira, 9 de maio de 2013

CASO VALMIR: Morte do empresário não foi tentativa de assalto, foi execução por encomenda afirma acusada presa à polícia.

A mulher presa na tarde de hoje já é a terceira pessoa presa, por envolvimento no caso da morte do empresário valmir  queiroz de São Mateus.
A prisão de jovem Klícya das Chagas Silva/foto, de 20 anos de idade, moradora do bairro Piqui na cidade de  São Mateus do Maranhão,  aconteceu nesta quarta (8) por volta de meio-dia na casa de sua mãe  no município de Alto Alegre do Maranhão, de acordo com as investigações  da policia  a  mulher é a terceira pessoa  presa entre os cinco nomes que aparentemente estão envolvidos com a morte do Empresário  Valmir  Queiroz Filho, 43 anos, proprietário de um restaurante em São Mateus  que foi assassinado  com  08 tiros disparados no momento em que a vítima abria o portão de sua residência para a esposa que chegava do trabalho.
Depoimento de Klícya das Chagas a Polícia
 
Depois de ser ouvida pela Policia Civil  de São Mateus  a acusada foi levada para a Promotoria de Justiça aonde também prestou  depoimento ao Promotor Dr. Clodomir Lima Neto. Ao término do interrogatório, a acusada concedeu uma longa e detalhada entrevista ao jornalista Eddy Lemos apresentador do Jornal da Band em São Mateus, à equipe de reportagem, ela afirmou que disse tudo o que disse a justiça.
Durante a entrevista que vai ao AR nesta quinta-feira ao meio dia no Canal 13 da TV Band/São Mateus,  Klícya foi incisiva em descrever passo a passo  de toda a ação que ela,  junto a quadrilha planejaram  em busca de algumas vítimas durante a noite do dia 27 de abril, mesmo dia que foi assassinado o empresário Valmir, segundo ela  o primeiro alvo da quadrilha não seria  o empresário  morto,  mais um outro comerciante bastante conhecido na cidade, a primeira vítima disse ela seria o também empresário Belchior do Comercial Santa Rosa.
Belchior só não assaltado pelo bando por que na hora não estava em casa, ainda durante a entrevista  Klícya sempre repetia se dizendo  que foi levada ao engano  quando  os quatro homens um inclusive é seu irmão, a convidaram para tomar algumas cervejas  mais que durante o percurso ela foi  ameaçada  por diversas vezes  com uma arma de fogo mirada em sua cabeça  para cumprir a determinação do bando que seria como o fez por duas vezes, descer do carro  e chamar  as vítimas nas residências, e assim foi também na casa do  Valmir  quando ela desceu  primeiro do carro para chamar a atenção  do Empresário, enquanto isso  um  dos membros da quadrilha  identificado como Marcelo “o mais violento do bando segundo ela”   já  tinha pulado o muro entrado na parte de dentro da casa disfarçado com uma peruca de cabelos loiros, segundo ela, foi Marcelo que atirou por várias  vezes e ter matado o empresário,  enquanto os outros  comparsas  que deram cobertura  fugiram junto com a jovem no mesmo carro, um Classic de cor preta.
Latrocínio ou execução?
 
Para a policia   todo o levantamento feito até o momento levava a crer que se travava de um crime de latrocínio, é o crime praticado  quando alguém  mata para roubar, porém após o depoimento de Klícya essa tese caiu por terra, ao Delgado, Promotor e a TV Band/São Mateus, Klícya   afirmou ter ouvido da quadrilha  que a morte do Empresário seria por encomenda e que custou para o mandante  R$ 8.000,00 (oito mil reais), perguntada pelo delegado quem seria o mandante, a acusada  disse não saber o nome.
A partir daí para a polícia o crime passa a ser tratado com uma nova linha de investigação disse o delegado em entrevista que adiantou ainda que com a terceira  prisão os fatos já são considerados esclarecidos  e que dos  cinco acusados  pelo crime  três deles já foram presos  são eles:  João Luis da Silva, 53 anos de idade, natural do estado de Minas gerais, Israel Saturnino Pereira 19 anos de idade, natural da Bahia e  Khlícia das Chagas Silva 20 anos de idade,  e que os outros dois foragidos agora é uma questão de tempo  para  que possam ser presos. 
Revolta popular
 
A prisão na tarde de hoje de mais uma pessoa  envolvida no assassinato  do empresário Valmir Queiroz   foi mantida em absoluto sigilo por parte das autoridades  policiais, durante todo o período de depoimento da vítima em São Mateus,  o objetivo durante toda a permanência da acusada na cidade foi manter a integridade física da presa, tendo em vista informações valiosas que poderiam ser obtidas através dela, já que a população ficou bastante revoltada com o bárbaro crime e se os mesmos dessem conta da presença da acusada no Ministério Público da cidade ou mesmo na Delegacia seria difícil conter  uma grande aglomeração de curiosos podendo até criar um clima de revolta ou até mesmo uma tentativa de lixamento.
Klicya, foi encaminha assim que terminou o seu depoimento para um presídio em São Luis, os outros dois preso, já estão colhidos na Penitenciária de Pedrinhas.

Matéria completa, você confere nesta quinta-feira ao meio dia no Jornal da Band canal 13 em São Mateus.
 
Do Blog São Mateus  em Off

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